segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Museu do Folclore Angela Savastano recebe mais de 27.000 mil visitantes no ano passado

Museu ganha placa com nome da folclorista Angela Savastano

O Museu do Folclore Angela Savastano, no Parque da Cidade, registrou um total de 27.187 visitantes em 2025. Este público visitou as exposições de longa duração e temporária, a Biblioteca Maria Amália Corrêa Giffoni, a brinquedoteca, o presépio; e participou de várias atividades ao longo do ano.

Só em dezembro, o museu registrou 2.278 visitantes, grande parte (965) para conhecer o presépio montado para o Ciclo de Natal. O espaço foi aberto no começo de dezembro e pôde ser visitado até o dia 25 de janeiro, quando o museu recebeu 12 Folias de Reis para a 28ª Chegada das Bandeiras.

Alguns acontecimentos durante 2025 merecem destaque, tais como:

 – Homenagem à folclorista Angela Savastano (falecida em agosto), que passou a dar nome ao Museu do Folclore.

– Realização do Mês do Folclore com mais de 3.000 participantes (entre alunos e professores).

– Comemoração de 28 anos de criação do Museu do Folclore.

– Lançamentos dos livros As Receitas que Contam Histórias e Vozes do Sertão: A poética nas ladainhas da Capoeira Angola (30º e 31º volumes da Coleção Cadernos de Folclore).

– Montagem das exposições temporárias: Fazeres Ancestrais: Adinkras e Fios de Contas (frequentadores da Roda de Fazeres) e Negra Devoção (do fotógrafo Marco Antonio Sá).

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona desde 1997 no Parque da Cidade. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

  • Museu do Folclore Angela Savastano
  • Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
  • (12) 3924-7318 e (12) 3924-7354
  • www.museudofolclore.org 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Chegada das Bandeiras no Museu do Folclore Angela Savastano contará com 14 Folias de Reis

Bandeiras das Folias de Reis são benzidas durante a celebração
Foto: Ricardo Savastano

O Museu do Folclore Angela Savastano receberá, no próximo domingo (25), a 28ª Chegada das Bandeiras, com a participação de 14 Folias de Reis da região (São José, Caçapava, Jacareí, Paraibuna e Taubaté). A manifestação marcará o encerramento do Ciclo de Natal e o fechamento do presépio do museu. 

A vivência já se tornou uma tradição no museu e acontecerá das 9h às 17h com a presença do público, que poderá acompanhar toda a movimentação das folias. Às 15h está prevista uma celebração religiosa, que será conduzida pelo padre Robert José Ribeiro, da Paróquia São Sebastião, da Vila Industrial.

O presépio foi montado pela Contramestre da Folia de Reis do Mestre Zé Mira, Soynaara Maria Faria Araújo Pires de Morais, 58 anos, nascida em Arapeí, no Vale do Paraíba. “Aprendi a montar presépio com a minha mãe, que por sua vez aprendeu com a minha avó”, disse Soynaara.

Desde sua abertura no dia 7 de dezembro do ano passado, no início do Ciclo de Natal, até o último domingo (18), o presépio já foi visitado por mais de 1.000 pessoas. Durante toda esta semana ele permanecerá aberto das 9h às 17h e no sábado (17) das 14h às 17h.

Folias de Reis participantes

São José:

  • Cia de Reis Esplendor do Oriente
  • Cia dos Três Reis Estrela do Oriente
  • Folia de Reis Bom Jesus do Buquirinha 
  • Folia de Reis Bandeira do Divino da Paróquia de Santana
  • Folia de Reis de São José
  • Folia de Reis do Mestre Zé Mira 
  • Folia de Reis Estrela de Belém  
  • Folia de Reis São Judas Tadeu
  • Folia de Reis São Vicente de Paula

Caçapava:

  • Cia de Reis Folia de Francisco
  • Folia dos Santos Reis Nossa Senhora da Boa Esperança

Jacareí:

  • Folia de Reis Filhos do Oriente

Paraibuna:

  • Folia de Reis Alferes Bento

Taubaté:

  • Folia de Reis Estrela da Mantiqueira

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

Museu do Folclore Angela Savastano

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana

(12) 3924-7318 e (12) 3924-7354

www.museudofolclore.org

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Museu do Folclore abre sua nova exposição temporária Aquarelas de Reis neste sábado

O artista plástico Marcos Ramis mostra trabalho concluído

“Desenho é perseverança”, atesta o artista plástico Marcos Antonio Ramis, 67 anos, que a partir deste sábado (10) mostrará seus trabalhos na nova exposição temporária do Museu do Folclore Angela Savastano, batizada de Aquarelas de Reis.

A mostra reúne 13 quadros e 3 gravuras do artista, que retratam as Folias de Reis da região e seguirá aberta até 21 de fevereiro, podendo ser visitada gratuitamente de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h.

Utilizando técnicas mistas, mas sobretudo aquarela, as imagens desenhadas e pintadas por Marcos Ramis são resultado de uma metodologia toda própria, onde a observação é o primeiro passo. Depois, ele fotografa o que deseja pintar e a partir da foto elabora esboços em grafite, para posteriormente finalizar a obra.

Inspiração

Marcos Ramis é presença marcante durante a abertura e fechamento do presépio do Museu do Folclore, quando as Folias de Reis estão sempre presentes. São nestes momentos que ele cria e desenvolve seus trabalhos, com os quais presenteia os personagens registrados em seus traços e cores.

“Esta atitude me dá uma grande satisfação pessoal e estreita os laços com a manifestação cultural que está ocorrendo. O retorno de felicidade que vejo no rosto das pessoas é indescritível, é uma aproximação singular que gera memórias e interações”, ressalta Marcos Ramis. 

Segundo o artista, poder expor seus trabalhos no Museu do Folclore é uma grande emoção. “Já faz algum tempo que venho acompanhando e retratando as Folias de Reis por meio dos meus desenhos e pinturas, mas não imaginava ser convidado para expô-los no Museu do Folclore, espaço pelo qual tenho muito carinho”, afirma Marcos.  

Relevância

Para a museóloga Mariana Boujadi, do Museu do Folclore, “esta exposição tem uma relevância especial, por reafirmar o valor do nosso patrimônio imaterial e por dar visibilidade a manifestações culturais que seguem vivas, graças à memória, à fé e ao envolvimento das comunidades do Vale do Paraíba”.

“E estas manifestações ganham um contorno ainda mais interessante pela visão de um artista que conheceu e se apaixonou por elas no quintal do museu. O artista está vivenciando isto de um jeito muito único e imprimindo todo esse carinho nas suas obras. A gente consegue ver rostos conhecidos ao longo das obras”, enfatiza Mariana.

Perfil

Marcos Ramis é natural de São Paulo e está em São José dos Campos desde 1978. Ele possui formação em Publicidade e Propaganda, mas sua verdadeira vocação e fazer residem no desenho e na ilustração.

Sua história é marcada pela forte influência do irmão e artista plástico José Maria Ramis, já falecido. Marcos define seu processo de aprendizado como pura perseverança.

Em São José dos Campos, atuou na produção de desenhos protótipos para uma indústria do município e também teve passagem pela Prefeitura. Atualmente, trabalha na área de marketing de uma unidade hospitalar. 

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que está instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

  • Museu do Folclore Angela Savastano
  • Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354
  • www.museudofolclore.org