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sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Museu do Folclore recebe nome da folclorista Angela Savastano por um decreto municipal

A folclorista Angela Savastano foi uma 
das criadoras do Museu do Folclore

Em homenagem à folclorista Angela Savastano, falecida no dia 5 de agosto, o Museu do Folclore passa a ser denominado Museu do Folclore de São José dos Campos Maria Angela Piovesan Savastano. A decisão consta do Decreto Municipal 20.014/2025, que entrou em vigor no dia 22 de agosto.

Angela Savastano é uma das principais responsáveis pela idealização e criação do Museu do Folclore, a partir da sua participação na antiga Comissão Municipal de Folclore da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, nos anos 80.

Posteriormente, Angela também foi responsável pela criação do CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos, que passou a fazer a gestão do Museu do Folclore.

O Museu do Folclore, que completará 28 anos no dia 7 de dezembro, é um espaço da Fundação Cultural instalado no Parque da Cidade, em Santana, desde 1997. No mesmo dia, a abertura do presépio marca o início do Ciclo de Natal.

Perfil

Angela Savastano nasceu em Campo Grande (RJ) e mudou-se com a família para São José dos Campos em 1945, quando sua mãe resolveu acompanhar o irmão tuberculoso para se tratar. Casou-se com o médico Rubens Savastano e teve 7 filhos.

Angela frequentou a Escola de Belas Artes em São José, onde também se formou em Ciências Sociais. Concluiu, posteriormente, em São Paulo, uma especialização em folclore, tornando-se bastante conhecida como folclorista. A folclorista faleceu aos 93 anos de idade.

  • Museu do Folclore de SJC
  • Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
  • (12) 3924-7318 e (12) 3924-7354
  • www.museudofolclore.org

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

Folclorista Angela Savastano é a homenageada deste mês do projeto “Vicentina por Elas”

A folclorista Angela Savastano será 
homenageada nesta quinta-feira (22)

Na data em que se comemora o Dia do Folclore Brasileiro (22), a folclorista Angela Savastano, 92 anos, será homenageada pela AFAC (Associação para Fomento da Arte e da Cultura), no projeto “Vicentina por Elas”. A homenagem ocorrerá as 19h na Sala de Leitura do Parque Vicentina Aranha.

O projeto integra as comemorações do centenário do parque (antigo Sanatório Vicentina Aranha), que vem homenageando, ao longo de 2024, mulheres contemporâneas que inspiram por suas contribuições significativas para a sociedade.

Assim como foi Vicentina de Queirós Aranha, mulher visionária que, na sua época, lutou para a construção do centro de tratamento para a tuberculose. O antigo sanatório chegou a ser considerado um dos maiores da América Latina.

Perfil

Angela Savastano nasceu em Campo Grande (RJ) e mudou-se com a família para São José dos Campos em 1945, quando sua mãe resolveu acompanhar o irmão tuberculoso para se tratar. Casou-se com o médico Rubens Savastano e teve oito filhos.

 

Frequentou a Escola de Belas Artes em São José, onde também formou-se em Ciências Sociais. Concluiu, posteriormente, em São Paulo, uma especialização em folclore, tornando-se bastante conhecida como folclorista.

 

A partir de 1986 passou a fazer parte da Comissão Municipal de Folclore, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, e em 1987 sugeriu a criação do Museu do Folclore, que foi instituído oficialmente em 1997, quando ganhou uma sede no Parque da Cidade.


Angela é, atualmente, vice-presidente do Centro de Estudos da Cultura Popular, organização da sociedade civil sem fins lucrativos, responsável pela gestão do Museu do Folclore de São José dos Campos.


  • Parque Vicentina Aranha
  • Rua Engenheiro Prudente Meireles de Moraes, 302 – Vila Adyanna 

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

AJL homenageia folclorista Angela Savastano em abertura de festival literário nesta segunda

A folclorista Angela Savastano
A folclorista e cientista social Angela Savastano será homenageada hoje (3), às 19h, durante abertura do 1º Festival Literário, realizado pela Academia Joseense de Letras até o dia 28 de agosto. A homenagem será conduzida pelos acadêmicos Rodrigo Cabrera e Sandro Cuesta, e transmitida pela pelo YouTube. Para participar, acesse este link: 
encurtador.com.br/fgjuI

Angela Savastano é uma das responsáveis pela existência do Museu do Folclore de São José dos Campos, criado pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, em 1987, e do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), organização da sociedade civil sem fins lucrativos, na qual é vice-presidente.

Ao lado do também folclorista Toninho Macedo, Angela Savastano é autora do primeiro volume da Coleção Cadernos de Folclore (Azeite de Mamona – 1987), projeto do Museu do Folclore que já tem 25 livros editados por diferentes pesquisadores, folcloristas, professores e estudiosos do folclore e da cultura.

Ainda na área da literatura, Angela Savastano contribuiu diretamente para a criação da biblioteca do Museu do Folclore, especializada em cultura popular, que tem em seu acervo, além de livros, DVDs, CDs, jornais, revistas e fotografias. Mais informações sobre estes dois assuntos podem ser conferidos no site do museu: www.museudofolclore.org

Museu do Folclore de SJC
Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
(12) 3924-7318 

terça-feira, 1 de outubro de 2019

Angela Savastano é homenageada nesta quarta durante o XVII Congresso Brasileiro de Folclore

Angela Savastano fala durante abertura de programa do museu
Foto:
Paulo Amaral/FCCR
A folclorista e cientista social Angela Savastano será homenageada, nesta quarta-feira (2), com a Medalha Brasileira Folclorista Emérita, durante o XVII Congresso Brasileiro de Folclore, que acontece em Maceió (AL), de quarta a sábado (2 a 5), com uma extensa programação. O encontro deste ano terá como tema ‘Folguedos Populares: tradicionalidade e dinamicidade’.

Esta homenagem é a mais importante condecoração que a Comissão Nacional de Folclore (CNF) concede a folcloristas que se destacam no estudo do folclore e da cultura popular brasileira. “Angela Savastano é, sem dúvida, um desses destaques, principalmente pelos seus mais de 30 anos dedicados ao folclore da região do Vale do Paraíba”, destacou o presidente da CNF, Severino Vicente.

Angela Savastano é uma das principais responsáveis pela existência do Museu do Folclore de São José dos Campos, criado pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo em 1987, por sugestão da antiga Comissão Municipal de Folclore, da qual ela fez parte. A folclorista também foi responsável pela criação do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), em 1999, organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore de SJC
Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana
(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

A folclorista Angela Savastano é homenageada neste sábado, durante realização da Flim 2019

Angela Savastano recebe homenagem
A cientista social e folclorista Angela Savastano, uma das responsáveis pela criação do Museu do Folclore de São José dos Campos e do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), do qual é a atual vice-presidente, é uma das homenageadas da Flim 2019, que será realizada no Parque Vicentina Aranha, nos dias 13, 14 e 15 de setembro.

A homenagem ocorrerá no sábado (14), às 10h, durante a 2ª mesa literária da programação, que abordará o tema oralidades. Angela Savastano é uma das participantes da atividade, ao lado de Elisa Lucinda (poeta, atriz, professora e cantora) e Sonia Gabriel (escritora, pesquisadora e professora), além do cordelista Paulo Barja e do ator Odilon Esteves.

Entre as iniciativas encabeçadas por Angela Savastano, na área da literatura, destacam-se a biblioteca do Museu do Folclore, especializada em cultura popular, e a Coleção Cadernos de Folclore, que já tem publicados 24 volumes sobre assuntos relacionados ao tema, resultado de pesquisas de diferentes autores. Até o final deste ano deverá ser lançada a 25ª edição.

Outros homenageados

Além de Angela Savastano, também serão homenageados pela Flim 2019 o violeiro, cantor e tropeiro José Alves de Mira, o Zé Mira, e Laudeni de Souza, ou mestre Laudeni, responsável pela formação do grupo de Jongo Mistura da Raça.

A Flim 2019 é uma realização conjunta da Prefeitura de São José dos Campos, Associação para o Fomento da Arte e da Cultura (AFAC) e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa; e conta com parceria da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) e Sesc São José dos Campos.

Parque Vicentina Aranha
Rua Eng. Prudente Meireles de Morais, 302 – Vila Adyana
(12) 3911-7090 - www.flimsjc.com.br 

terça-feira, 9 de junho de 2015

Exposição e biblioteca do Museu do Folclore mantém trabalhos e informações de Dona Lili

Imagem de Dona Lili tirada do vídeo 
Chuva de Anjos - Figureiros do Vale do Paraíba
O Vale do Paraíba perdeu na madrugada do dia 5 de junho uma importante representante da cultura popular regional. Maria Benedita dos Santos, a Dona Lili, como era mais conhecida, faleceu aos 96 anos de insuficiência respiratória. Além dos filhos, netos e bisnetos, Dona Lili também deixou um legado importante e rico para a nossa cultura popular. Seus ‘saberes’ podem ser identificados nos muitos trabalhos que produziu, a maioria figuras de barro. Sua história pode ser conferida em matérias de jornais, livros, vídeos e está na memória de muita gente.

“Eu conheci a Dona Lili e o seu trabalho na casa dela, quando ainda fazia pequenas casinhas utilizando material de caixa de fósforo e também as figuras de barro, feitas sempre a partir de alguma história real. E quando não havia, ela inventava”, conta Angela Savastano, presidente do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP). “Quando inauguramos o Museu do Folclore de São José dos Campos, em 1997, ainda não tínhamos uma exposição montada, mas em uma das salas fizemos questão de montar um presépio com peças feitas pela Dona Lili”, lembra.

Hoje algumas peças criadas por Dona Lili podem ser apreciadas na exposição de longa duração do Museu do Folclore. Na Sala Festas estão expostas as figuras de um bandeireiro (feita por ela) e de uma procissão (produzida por ela e a família), todas representando a Festa do Divino Espírito Santo.

Um pouco da sua história também está contada no vídeo ‘Chuva de Anjos – Figureirosdo Vale do Paraíba’ (à disposição na exposição, na biblioteca do museu e na internet) e no 22ºvolume da Coleção Cadernos de Folclore (à disposição na biblioteca do museu e na internet). Além destes, na biblioteca do museu também há fotos da Dona Lili e recortes de jornal com matérias sobre ela.

O Museu do Folclore tem gestão do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), associação social sem fins lucrativos que mantém convênio com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), que juntamente com a Prefeitura Municipal é responsável pelas realizações desta unidade cultural. 

Museu do Folclore: Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Folclorista Helena Weiss é homenageada com o Prêmio Cassiano Ricardo nesta sexta-feira (1º)

A folclorista Helena Weiss
Por ocasião da abertura da Bienal do Livro de São José dos Campos, no dia 1º de novembro (sexta-feira), a folclorista Helena Weiss (falecida em 9 de abril de 2013) será homenageada com o Prêmio Cassiano Ricardo, em reconhecimento à sua contribuição para a cultura popular local. O prêmio será entregue pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) aos familiares da folclorista.

Helena Weiss fez parte da extinta Comissão Municipal de Folclore e foi uma das responsáveis pela criação da FCCR e do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP). Um dos últimos textos escrito por ela, onde menciona as duas entidades, está publicado no 22º volume da Coleção Cadernos de Folclore, lançado no final de 2012 pela FCCR e CECP.