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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Museu do Folclore estará fechado domingo (2) em razão do primeiro turno das eleições

Acesso de entrada do Museu do Folclore no Parque da Cidade
O Museu do Folclore de São José dos Campos estará fechado, excepcionalmente, no próximo domingo (2), data do primeiro turno das eleições municipais para prefeito e vereadores. No sábado (1º), no entanto, a exposição de longa duração poderá ser visitada entre 14h e 17h. O museu está localizado no Parque da Cidade Roberto Burle Marx e a visita à exposição é gratuita.

O museu funciona de terça a sexta e feriados, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. As visitas em grupo, com acompanhamento de mediadores, podem ser feitas durante a semana e devem ser agendadas antecipadamente pelo telefone 3928-7354. A exposição atual tem curadoria do museólogo e antropólogo Raul Lody, e é composta por diferentes objetos, imagens, fotos e vídeos relacionados à cultura popular da região e do Brasil.

Todo o material está exposto em oito ambientes diferentes identificados por Sala São José dos Campos, Sala das Tecnologias, Sala Religiosidade, Sala Festas, Sala Santos de Fé, Sala Identidades, Sala Brasil e Sala das Panelas.

A gestão do museu é realizada pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), associação social sem fins lucrativos que mantém convênio com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), entidade ligada à Prefeitura Municipal.

Museu do Folclore: Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade Roberto Burle Marx, Santana. Informações: 3924-7318 ou pelo site www.museudofolclore.org 

terça-feira, 24 de maio de 2016

Exposição permanente do Museu do Folclore abre durante todo o feriado de Corpus Christi

Vista parcial da exposição permanente do museu
Foto: Adenir Brito
A exposição permanente do Museu do Folclore de São José dos Campos estará aberta para visitação durante o feriado de Corpus Christi (dias 26 e 27), das 9h às 17h. Já no sábado e domingo o horário de visita será das 14h às 17h. O setor administrativo, a biblioteca e a brinquedoteca funcionam até às 17h desta quarta-feira (25) e só reabrem na segunda-feira (30), às 9h.

As visitas espontâneas à exposição permanente podem ser feitas de terça a sexta e feriados, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. Já as visitas em grupo (escolares ou não) devem ser agendadas com antecedência pelo telefone 3924-7354. A entrada é franca.

Museu do Folclore: Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Museu do Folclore estará fechado nesta sexta (25) e também no domingo de Páscoa (27)

Escolas devem agendar a visita pelo telefone
O Museu do Folclore de São José dos Campos estará fechado para visitação nesta sexta-feira da Paixão (25), feriado municipal, e no domingo de Páscoa (27). No sábado (26) funcionará normalmente, das 14h às 17h. O horário normal de funcionamento do museu é de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. Visitas em grupo devem ser agendadas pelo telefone 3924-7354.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Museu do Folclore fecha durante feriado de Carnaval e reabre no dia 11 de fevereiro

Sala das Tecnologias na exposição permanente
Foto: Adenir Brito
A exposição permanente do Museu do Folclore de São José dos Campos e os demais espaços (brinquedoteca e biblioteca) estarão fechados para visitação e consulta durante o feriado de Carnaval, nos dias 9 e 10 de fevereiro (terça e quarta), voltando a funcionar na quinta-feira (11), das 9h às 17h.

No final de semana anterior (dias 6 e 7) a exposição estará aberta normalmente, das 14h às 17h. Biblioteca e brinquedoteca não funcionam nos finais de semana.

As visitas espontâneas à exposição permanente podem ser feitas de terça a sexta e feriados (em algumas datas), das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. Visitas em grupos, principalmente de escolas, devem ser agendadas previamente pelo telefone 3924-7354.

O Museu do Folclore, ligado à Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), funciona no Parque da Cidade sob gestão do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP).

Museu do Folclore: Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318. 

segunda-feira, 2 de março de 2015

Museu do Folclore já está agendando escolas interessadas em visitar exposição permanente

Alunos visitam exposição permanente do Museu do Folclore
Com a volta às aulas, o Museu do Folclore de São José dos Campos já está agendando visitas de escolas (públicas e particulares) interessadas em conhecer a exposição permanente (Patrimônio Imaterial: Folclore e Identidade Regional), e os demais espaços, como a biblioteca e a brinquedoteca.

O agendamento deve ser feito pelo telefone 3924-7318 ou diretamente no setor administrativo. As visitas são gratuitas e podem ser feitas de terça a sexta, das 9h às 17h, entre fevereiro e novembro. Aos sábados e domingos o museu recebe apenas visitas espontâneas, das 14h às 17h, que não necessitam de agendamento prévio.

Na exposição os alunos conhecem, por meio de objetos, fotos e vídeo, um pouco sobre o patrimônio imaterial da cultura popular local, iniciando uma reflexão sobre a riqueza coletiva da região e de outras localidades do Brasil. Na biblioteca é possível consultar livros, CDs e DVDs sobre o tema. Para emprestá-los é necessário fazer um cadastro, apresentando cópias do RG, CPF e comprovante de residência.

O acervo da brinquedoteca é formado por quase 200 brinquedos populares criados por artistas e artesãos de São José dos Campos, da Região Metropolitana do Vale e de outros estados brasileiros; além de livros infantis, CDs e DVDs voltados à cultura popular. No local os alunos podem apreciar, manipular e brincar com os brinquedos.

A gestão do Museu do Folclore é feita pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), associação social sem fins lucrativos que mantém convênio com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR).

Museu do Folclore: Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Exposição ‘Máscaras’ é estendida até o dia 20 de janeiro no Centro Cultural Clemente Gomes

Exposição tem entrada gratuita e pode ser vista durante todo o dia
A exposição ‘Máscaras’, que mostra um pouco do universo das Folias de Reis do Estado do Rio de Janeiro, montada no Centro Cultural Clemente Gomes, foi estendida até o dia 20 de janeiro. Nesta semana ela ainda pode ser vista até sexta-feira (18), às 12h. Depois disso só no dia 5 de janeiro, a partir das 8h, pois nas duas próximas semanas as atividades no local estarão suspensas em razão das festividades de fim de ano.

São 29 máscaras e quatro manequins com vestimentas características, utilizadas pelos palhaços das folias durante suas peregrinações às casas dos devotos. A exposição já passou pelas cidades italianas de Nápoles, Piano de Sorrento e Roma. A entrada é franca e os trabalhos expostos podem ser vistos das 8h às 22h, de segunda a sexta, e das 8h às 18h, aos sábados.

O material exposto faz parte do acervo do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), do Museu de Folclore Edison Carneiro, da Prefeitura de Miracema (RJ) e de alguns colecionadores e palhaços de grupos de Folias de Reis do Estado do Rio.

Os realizadores da mostra são a Fundação Cultural Cassiano Ricardo, o Museu do Folclore de São José dos Campos, o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) e a Prefeitura de São José; além das entidades que estão compartilhando as peças.

Centro Cultural Clemente Gomes: Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana (em frente à sede da FCCR). Informações: 3924-7318.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Venha conhecer na exposição 'Máscaras', até o dia 2 de janeiro, o universo das Folias de Reis

São José dos Campos recebe de 26 de novembro (quarta-feira) a 2 de janeiro do ano que vem uma exposição bastante interessante, que estará montada no Centro Cultural Clemente Gomes, em Santana. Intitulada ‘Máscaras’, a exposição mostrará ao visitante um pouco do universo das Folias de Reis do Estado do Rio de Janeiro.

São 29 máscaras e quatro manequins com vestimentas características, utilizadas pelos palhaços das folias durante suas peregrinações às casas dos devotos. A exposição já passou pelas cidades italianas de Nápoles, Piano de Sorrento e Roma.

A máscara e a roupa são elementos marcantes que caracterizam e personificam a figura do palhaço nas Folias de Reis, onde ele divide espaço com o mestre, o contramestre, o bandeireiro e o músico. As máscaras são feitas de diversos tipos de materiais, formas e estilos e se destacam também pelas cores alegres e vibrantes.

O material exposto faz parte do acervo do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), do Museu de Folclore Edison Carneiro, da Prefeitura de Miracema (RJ) e de alguns colecionadores e palhaços de grupos de Folias de Reis do Estado do Rio.

Os realizadores da mostra são a Fundação Cultural Cassiano Ricardo, o Museu do Folclore de São José dos Campos, o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) e a Prefeitura de São José; além das entidades que estão compartilhando as peças. A abertura ocorre às 19h30 do dia 26 e a entrada é franca.

Centro Cultural Clemente Gomes: Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana (em frente à sede da FCCR). Informações: 3924-7318.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Sesc lança no dia 24 catálogo sobre exposição que contou com apoio do Museu do Folclore


O Sesc São José dos Campos lança na próxima terça-feira (24), às 19h30, catálogo da exposição ‘Hoje tem Marmelada – O Brinquedo popular no circo’, realizada na unidade de fevereiro a maio, com acervo do Instituto Sócio-Cultural Brinquedo Vivo. A solenidade contará com a presença do fundador e presidente do instituto, Roberto Avritchir, que também conversará com o público presente.

A mostra apresentou parte do universo circense no Brasil, destacando sua articulação com a cultura popular por meio de brinquedos e traquitanas tradicionais confeccionados por diferentes artesãos do país. Ela aconteceu com apoio do Museu do Folclore de São José dos Campos, do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) e da Prefeitura Municipal.

O lançamento ocorrerá no espaço de convivência do Sesc, com entrada grátis. A capacidade do local é de 450 lugares.

Sesc São José dos Campos: Avenida Adhemar de Barros, 999, Vila Adyanna. Informações: 3904-2000.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Exposição sobre o brinquedo popular no circo prossegue aberta até o dia 4 de maio no Sesc

Um dos brinquedos em exposição no Sesc 
Foto: Jarbas Moura Rosa


A exposição ‘Hoje tem marmelada? O brinquedo popular no circo’, que vem sendo realizada pelo Sesc de São José dos Campos, com apoio do Museu do Folclore, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), por meio do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), prossegue até o dia 4 de maio.  A mostra é gratuita e está montada em três espaços na unidade: na área expositiva, no hall do auditório e na sala de múltiplo uso da unidade.

A exposição apresenta o universo místico e onírico do circo, reforçando sua representatividade e sua articulação com a cultura popular. Os condutores dessa narrativa são a figura do palhaço, a alma do circo e os brinquedos e traquitanas artesanais. São cerca de 100 peças em exposição, confeccionadas por diferentes artesãos do país, reunidos pelo Instituto Brinquedo Vivo, em São Paulo.

O horário de visitação ao público é de terça a sexta, das 13h às 21h30, e no sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30. O agendamento para a visitação de escolares pode ser feito de terça a sexta, das 15h às 18h, pelos telefones 3904-2000 ou 3904-2010.

Programação de atividades

Além da exposição, que teve início no dia 23 de fevereiro, também há intervenções artísticas, exibição de documentários, espetáculos e oficinas. Confira abaixo.

Oficinas: 
 - Figuras de Argila - Dias 15, 16, 22 e 23/03 (sábados e domingos), 10h30. 20 vagas. Grátis, livre. 
- Arte Jucateliana - Dias 12 e 13/04 (sábado e domingo), 10h30. 20 vagas. Grátis, livre. 

Espetáculos: 
- Zarak Show - Dia 22/03 (sábado), 15h, e dia 23/03 (domingo), 16h30. Solário (650 pessoas). Grátis, livre. 
- Lar doce lar - Dia 29/03 (sábado), 15h, e dia 30/03 (domingo), 16h30. 
- Circo de bolsillo (Circo de bolso) - Dia 5/04 (sábado), 15h, e dia 6/04 (domingo), 16h30. Solário (650 pessoas). Grátis, livre. 
- O reencontro dos palhaços de rua é a alegria do sol com a lua - Dia 12/04 (sábado), 15h, e dia 13/04 (domingo), 16h30. Solário (650 pessoas). Grátis, livre. 
- Avoar - Dia 19/04 (sábado), 15h, e dia 20/04 (domingo), 16h30. Solário (650 pessoas). Grátis, livre. 

Sesc São José: Avenida Adhemar de Barros, 999, Vila Ady Anna. Informações: 3904-2000.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Com apoio do Museu do Folclore, Sesc realiza exposição sobre o brinquedo popular no circo

Foto: Jarbas Moura Rosa
O Sesc de São José dos Campos realiza no período de 23 de fevereiro a 4 de maio a exposição ‘Hoje tem marmelada? O brinquedo popular no circo’. A mostra é gratuita e estará montada na área expositiva, no hall do auditório e na sala de múltiplo uso da unidade.

A exposição conta com apoio do Museu do Folclore, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), por meio do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP).

A exposição apresenta o universo místico e onírico do circo, reforçando sua representatividade e sua articulação com a cultura popular. Os condutores dessa narrativa são a figura do palhaço, a alma do circo e os brinquedos e traquitanas artesanais. São cerca de 100 peças em exposição, confeccionadas por diferentes artesãos do país, reunidos pelo Instituto Brinquedo Vivo, em São Paulo.

O horário de visitação ao público é de terça a sexta, das 13h às 21h30, e no sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30. O agendamento para a visitação de escolares pode ser feito de terça a sexta, das 15h às 18h, pelos telefones 3904-2000 ou 3904-2010.


Foto: Jarbas Moura Rosa
Programação de atividades

Além da exposição, também haverá intervenções artísticas, exibição de documentários, espetáculos e oficinas. Confira abaixo.

Intervenção: Mala Baristas (Irmãos Becker) - Dia 23/02 (domingo), 11h, 14h e 16h - Espaço de Convivência (450 pessoas). Grátis e livre.

Cinema: O Circo Paraki (documentário) - Dia 9/03 (domingo), 18h. Grátis, 12 anos. 

Oficinas: 
 - Figuras de Argila - Dias 15, 16, 22 e 23/03 (sábados e domingos), 10h30. 20 vagas. Grátis, livre. 
- Arte Jucateliana - Dias 12 e 13/04 (sábado e domingo), 10h30. 20 vagas. Grátis, livre. 

Espetáculos: 
- O Circo Spadoni - Dia 23/02 (domingo), 16h30. Ginásio (650 pessoas). Grátis, livre. 
- O Circo Paraki, para ti! - Dia 8/03 (sábado), 15h, e dia 9/03 (domingo), 16h30. Solário (650 pessoas). Grátis, livre. 
- Zarak Show - Dia 22/03 (sábado), 15h, e dia 23/03 (domingo), 16h30. Solário (650 pessoas). Grátis, livre. 
- Lar doce lar - Dia 29/03 (sábado), 15h, e dia 30/03 (domingo), 16h30. 
- Circo de bolsillo (Circo de bolso) - Dia 5/04 (sábado), 15h, e dia 6/04 (domingo), 16h30. Solário (650 pessoas). Grátis, livre. 
- O reencontro dos palhaços de rua é a alegria do sol com a lua - Dia 12/04 (sábado), 15h, e dia 13/04 (domingo), 16h30. Solário (650 pessoas). Grátis, livre. 
- Avoar - Dia 19/04 (sábado), 15h, e dia 20/04 (domingo), 16h30. Solário (650 pessoas). Grátis, livre. 

Sesc São José: Avenida Adhemar de Barros, 999, Vila Ady Anna. Informações: 3904-2000.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Exposição ‘Agbara Orixás’ termina na terça-feira, com presença do Bloco Ilú Obá de Min

Bloco Afro Ilú Obá De Min durante desfile de Carnaval
Com a presença do Bloco Afro Ilú Obá De Min, de São Paulo, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) e o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) encerram terça-feira (10) a exposição ‘Agbara Orixás’, do artista carioca Sidiney Rocha. A apresentação do bloco ocorre às 20h com entrada franca. A exposição ainda pode ser vista na segunda-feira (das 8h às 21h30) e na terça (a partir das 8h).

A mostra está montada desde o dia 13 de novembro no Centro Cultural Clemente Gomes, em celebração ao Dia Nacional da Consciência Negra (20 de novembro), reunindo a indumentária de 15 orixás (Exu, Iemanjá, Xangô, Oyá, Oxum, Obá, Ogum, Oxóssi, Obaluaê, Nana, Oxumarê, Ossaim, Logum Edé, Ewa e Oxalá).

A realização da exposição é uma ação conjunta da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), Centro de Estudos da Cultura Popular, Museu do Folclore e Prefeitura de São José dos Campos.

Projeto e Bloco

O projeto Bloco Afro Ilú Oba De Min é uma das ações da associação paulistana sem fins lucrativos Ilú Obá De Min – Educação, Cultura e Arte Negra, que tem como base o trabalho com as culturas de matriz africana e afro-brasileira; e a mulher. Já o bloco consiste numa intervenção cultural baseada na preservação de patrimônio imaterial, trazendo para a região urbana antigas tradições.

O trabalho do bloco é coordenado pela arte-educadora e musicista Beth Beli e Adriana Aragão, e integra pesquisa sobre matrizes africanas e afro-brasileiras há mais de 20 anos. O objetivo é a inserção de mulheres, crianças e adolescentes numa das mais tradicionais festas da cultura popular, o Carnaval.

Centro Cultural Clemente Gomes: Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Exposição no Centro Cultural Clemente Gomes celebra Dia Nacional da Consciência Negra

Para celebrar o Dia Nacional da Consciência Negra, em 20 de novembro, será realizado no Centro Cultural Clemente Gomes, de 13 de novembro a 10 de dezembro, a exposição ‘Agbara Orixás’, do artista carioca Sidiney Rocha. A mostra reúne indumentária de 15 orixás (Exu, Iemanjá, Xangô, Oyá, Oxum, Obá, Ogum, Oxóssi, Obaluaê, Nana, Oxumarê, Ossaim, Logum Edé, Ewa e Oxalá) e ficará aberta ao público de segunda à sexta, das 8h às 21h30.

Na abertura da exposição (13), às 19h, o historiador Thiago Sapede fará uma palestra abordando o Candomblé por meio dos mitos, vestes e símbolos dos Orixás. A palestra é aberta ao público e não requer inscrição prévia. Thiago Sapede é historiador e trabalha na área de História da África. Possui graduação em História e é mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP).

Nesse mesmo dia, o músico Muringa Ray faz uma apresentação com tambores, tocando em homenagem a cada orixá. Muringa Ray é professor de percussão afro-brasileira, afro-cubana e afro-peruana. Ele é formado pela Universidade Livre de Música.

Ao mesmo tempo, durante todo o mês de novembro, cerca de 750 alunos do ensino infantil e educação fundamental de algumas escolas públicas e particulares do município; de cursos do Centro Cultural Clemente Gomes, do Projeto Guri (música) e integrantes do Centro de Convivência Pop (unidade da Secretaria de Desenvolvimento Social da Prefeitura, que recebe moradores em situação de rua) participam de atividades relacionadas ao tema, no Museu do Folclore, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR).

A exposição

A exposição não tem nenhuma intenção religiosa, apesar de as indumentárias expostas representarem a religião afro-brasileira. O que se pretende é provocar um encontro com um capítulo da história do país, escrito pelas culturas africanas, por meio da estética, de formas plásticas e da arte.

Um período em que negros de diversas etnias eram trazidos ao Brasil para servirem como escravos. E com eles vieram suas crenças, costumes e religiões, que adaptados ao novo contexto, sobreviveram e hoje exercem presença no cenário religioso e cultural do Brasil.

A exposição é uma realização conjunta da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), Centro de Estudos da Cultura Popular, Museu do Folclore e Prefeitura de São José dos Campos.

O artista

Sidiney Rodrigues Rocha nasceu no bairro Realengo, no Rio de Janeiro. Tem curso de estilismo em confecção industrial pelo Senai; educação artística com habilitação em história pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); belas artes com ênfase em indumentária pela UFRJ e pós-graduação de figurino de carnaval pela Universidade Veiga de Almeida.

Por 13 anos foi carnavalesco do Grêmio Recreativo Bloco Carnavalesco Corações Unidos do Amarelinho de Irajá. Trabalhou na Rede Globo como figurinista e ingressou na rede estadual de ensino do Rio de Janeiro como professor.

A aproximação com os orixás por meio da arte simboliza para o artista o reencontro com um universo presente em sua infância, já que cresceu em meio a familiares que praticavam o candomblé e no bairro onde nasceu havia muitos terreiros de candomblé e casas de umbanda.

Centro Cultural Clemente Gomes: Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318. 

quarta-feira, 27 de março de 2013

Museu do Folclore não abre na sexta-feira da Paixão e no domingo de Páscoa

O Museu do Folclore de São José dos Campos estará fechado para visitação na sexta-feira da Paixão (29) e no domingo de Páscoa (31), ficando aberto nesta quinta-feira (28), das 9h às 17h, e no sábado (30), das 14h às 17h.

A visita ao museu é gratuita e pode ser feita de forma espontânea, individualmente ou em pequenos grupos. As visitas em grupos maiores devem ser agendadas com antecedência. No ano passado, mais de 22 mil pessoas visitaram a exposição de longa duração do Museu do Folclore.


Serviço: Museu do Folclore - Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Museu do Folclore abre exposição no feriado de terça-feira (19). Aproveite e faça uma visita!

Vista parcial da Sala Identidades, do Museu do Folclore
O Museu do Folclore de São José dos Campos estará aberto no feriado desta terça-feira (19), em horário normal, das 9h às 17h, bem como neste final de semana: sábado (16) e domingo (17), das 14h às 17h. Às segundas-feiras o museu não funciona. A visita é gratuita.

Logo na entrada, o visitante recebe um panfleto com o roteiro da exposição ‘Patrimônio Imaterial: Folclore e Identidade Regional’, de longa duração. A mostra permanente ocupa oito salas (São José dos Campos, das Tecnologias, Festas, Religiosidade, Identidades, Santos de Fé, Brasil e Panela do Vale). São objetos, fotos, vídeos e textos que exemplificam as diferentes formas de expressão da cultura popular da região e do Brasil.

O Museu do Folclore é ligado à Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) e sua gestão é feita pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), organização social sem fins lucrativos, com sede no município. No ano passado, mais de 22 mil pessoas visitaram o museu.

Serviço: Museu do Folclore - Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade. Informações: 3924-7318.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Museu do Folclore funciona normalmente durante feriado de Carnaval

O Museu do Folclore de São José dos Campos funcionará normalmente durante o feriado de Carnaval, inclusive na terça-feira (12), quando estará aberto das 9h às 17h. No sábado (9) e domingo (10) o horário de visitação é das 14h às 17h e na se-gunda-feira o museu não funciona. Apenas na quarta-feira de Cinzas (13) é que o funcionamento será parcial, das 12h às 17h.

A exposição de longa duração ‘Patrimônio Imaterial: Folclore e Identidade Regional’, à disposição dos visitantes tem entrada gratuita. Ela foi criada em 2006 sob curado-ria do museólogo Raul Lody. A exposição tem oito salas, que procuram mostrar ao visitante como diferentes modos de viver, de comunicar fé, festa, técnica, escolhas estéticas, comida, música e dança são revelações de memórias antigas, que convi-vem com novas e atualizadas memória. 

Serviço: Museu do Folclore – Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Museu do Folclore recebe mais de 22 mil visitantes em 2012, a maioria estudantes

Alunos visitam o museu durante o Mês do Folclore
Mais de 22 mil pessoas visitaram o Museu do Folclore de São José dos Campos no ano passado, a maioria (12.725) estudantes e professores das redes pública e privada; e integrantes de instituições assistenciais de São José dos Campos e da Região Metropolitana do Vale. O maior número de visitas, de 8.529, foi registrado em agosto, mês do folclore, oportunidade em que o museu realiza uma série de atividades especiais voltadas para alunos da rede escolar. 

O Museu do Folclore está localizado no Parque da Cidade, no bairro de Santana, região norte da cidade. Sua administração e atividades são realizadas pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) em parceria com o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), organização social criada em 1999. 

As visitas à exposição de longa duração do Museu do Folclore são gratuitas e podem ser feitas de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h, tanto de forma espontânea como agendadas previamente. Ao chegarem, os visitantes são orientados a assinar um livro de presença e recebem um roteiro da exposição. 

“A visita espontânea pode ser feita de forma individual ou em pequenos grupos (no máximo 15 pessoas), sem monitoramento, pois a exposição foi concebida para ser usufruída assim, sem intermediação, por meio do acervo exposto e com apoio de elementos como cores, sons, luzes e outros”, explica a museóloga do Museu do Folclore, Ana Silvia Bloise. 

Na visita orientada, geralmente feita por grupos pré-agendados, as pessoas são atendidas por um educador ou especialista do museu, que explica o que for necessário para um melhor entendimento da exposição. “Em exposições, principalmente de museus, o educador ou especialista é conhecido como mediador, que faz a intermediação entre o visitante e a exposição”, esclarece Ana Sílvia. 

Exposição de longa duração

A atual exposição do Museu do Folclore – Patrimônio Imaterial: Folclore e Identidade Regional – é de longa duração e foi criada em 2006, sob curadoria do museólogo Raul Lody. Ela alia fundamentos de antropologia e museologia, orientada pelo conceito do direito à cultura e às suas mais variadas expressões materiais e imateriais.

A exposição é formada por oito salas (São José dos Campos, Tecnologias, Festas, Religiosidade, Identidades, Santos de Fé, Brasil e Panelas do Vale), que procuram mostrar ao visitante como diferentes modos de viver, de comunicar fé, festa, técnica, escolhas estéticas, comida, música e dança são revelações de memórias antigas, que convivem com novas e atualizadas memórias. 

Vendinha e biblioteca

A visita ao Museu do Folclore não se restringe apenas à exposição de longa duração. O complexo também possui uma ‘vendinha’ de produtos artesanais produzidos pelos chamados ‘fazedores’, que são pessoas da comunidade que representam e transmitem seus saberes sobre a cultura popular. A Vendinha do Museu, como é conhecida, funciona nos mesmos dias e horários da exposição e foi criada para expor e comercializar produtos dos participantes do Programa Museu Vivo, do Museu do Folclore. 

O visitante também pode conhecer a Biblioteca Maria Amália Correa Giffoni, única no eixo Rio-São Paulo especializada em publicações a respeito de cultura popular. A unidade possui um acervo com mais de dois mil livros especializados, hemeroteca, CDs e discos em vinil de ritmos populares, periódicos e vídeos de manifestações folclóricas da região. Para se cadastrar e passar a realizar empréstimos é preciso apresentar RG ou CPF, comprovante de endereço e uma foto 3x4. 

Na biblioteca é possível encontrar toda a Coleção Cadernos de Folclore, editada pela FCCR e CECP. Em dezembro do ano passado foi lançado o 22º volume da coleção, O Saber e o Fazer no Museu do Folclore, que traça um perfil de 19 ‘fazedores’ da cultura popular local, todos participantes do Programa Museu Vivo, um dos muitos desenvolvidos ao longo do ano.

Serviço: Museu do Folclore – Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Funcionamento – terça a sexta, das 9h às 17h, sábados e domingos, das 14h às 17h. Informações: 3924-7318.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Museu do Folclore fica fechado durante Natal e Ano Novo, mas funciona nos finais de semana

O Museu do Folclore de São José dos Campos estará fechado durante os feriados de Natal e Ano Novo, respectivamente nos dias 24, 25 e 31 de dezembro e 1º de janeiro de 2013. Entretanto, nos finais de semana (sábado e domingo) que antecedem estas datas, o funcionamento será normal, das 14h às 17h. Neste período, o presépio do Museu do Folclore também estará aberto. A visitação à exposição de longa duração do museu, bem como ao presépio, é gratuita.
 
Serviço: Museu do Folclore - Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Grupo Piraquara abre exposição interativa e permanente neste sábado (15)

Paulo Pacini durante montagem da exposição no Espaço Piraquara
A Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR) e o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) abrem no sábado (15), às 19h30, no Espaço Piraquara, a exposição interativa e permanente ‘Eu Cultivo, Nós Cultivamos – Transformar a Cultura em Verbo’. A curadoria é de Célia Barros e Paulo Pacini. A exposição tem entrada franca e pode ser vista de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, sem limite de idade.

 A exposição é formada por duas instalações de peças e utensílios, mais um vídeo, que mostram as origens e os primeiros passos do Grupo Piraquara, criado em 1988 pela FCCR, como parte do projeto que leva o mesmo nome. Hoje, o projeto é gerido pelo CECP. A mostra faz, ainda, uma homenagem às pessoas que passaram e colaboraram com o grupo nos seus 24 anos de existência. 

Nos ambientes criados pelos curadores, o visitante poderá se inspirar, experimentar os figurinos e participar das oficinas. “Ao entrar no Piraquara, o visitante será convidado a esquecer seus compromissos diários e se deixar envolver, de corpo e alma, no novo espaço que pretende ser um lugar de transformação e cidadania”, comenta Paulo Pacini. 

Valorizar e preservar

O Projeto Piraquara tem como objetivo valorizar e preservar a riqueza da cultura popular brasileira por meio de pesquisas de campo e recriações artísticas das mais diversas manifestações folclóricas. É um lugar de estudo, de pensamento, de prática e de criação que atua a partir de ensaios de dança e música tradicionais, vivências com especialistas das áreas e recriações artísticas.

Todas as atividades são abertas ao público e alimentadas pelos registros do seu Núcleo de Campo. Uma das ações mais conhecidas é o Bloco Pirô- Piraquara, representante do carnaval espontâneo, que abre oficialmente o Carnaval de São José dos Campos há mais de 20 anos.

Serviço: Espaço Piraquara - sede da Fundação Cultural Cassiano Ricardo – Avenida Olivo Gomes, 100, Santana, Parque da Cidade. Informações: 3924-7357.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Museu do Folclore fica aberto durante feriado do dia 15 e no final de semana

A exposição de longa duração do Museu do Folclore, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), funciona normalmente neste feriado de 15 de novembro (quinta) e também no final de semana (dias 16, 17 e 18). O setor administrativo estará fechado todos os dias.

Já a exposição de curta duração ‘Rendas de Bilro de Florianópolis’, que seria encerrada nesta quinta-feira (15), ganhou mais um domingo (18) de funcionamento. A Vendinha do Museu, onde podem ser adquiridos diferentes tipos de rendas, também estará aberta nos mesmos dias.

Os espaços funcionarão das 9h às 17h, na quinta e na sexta, e das 14h às 17h, no sábado e domingo. As visitas são gratuitas.

No domingo à tarde também acontecem atividades do Programa Museu Vivo, que reúne ‘fazedores’ na área externa do Museu do Folclore. Estarão presentes a figureira Maria Benedita Pinheiro (Mudinha), na área de artesanato, e o Grupo Zé da Viola, na música. As atividades são abertas ao público, também de forma gratuita.

Serviço: Museu do Folclore – Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318. 

Exposição temporária Rendas de Bilro de Florianópolis é prorrogada até 15 de novembro

Um dos trabalhos em exposição
Quem ainda não teve oportunidade de ver a exposição temporária Rendas de Bilro de Florianópolis (SC), organizada pelo Museu do Folclore, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo (FCCR), tem até amanhã (15) para poder apreciar os trabalhos e até mesmo adquirir alguma peça. A exposição, que se encerraria no dia 14 de outubro, foi prorrogado por mais um mês. 

A mostra reúne trabalhos de diferentes rendeiras da capital catarinense e pode ser visitada das 9h às 17h. A entrada é gratuita.

A exposição é resultado de uma parceria com o Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), responsável pela administração do Museu do Folclore, e o Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), que desenvolve o Programa Sala do Artista Popular – espaço criado em 1983 e destinado à difusão da arte popular.


Rendas à venda

Alguns dos trabalhos à venda
Durante todo o período de exposição, poderão ser adquiridos na Vendinha do Museu diferentes tipos de trabalhos feitos pelas rendeiras, entre trilhas, centros, toalhas de mesa, echarpes, coletes e acessórios. São mais de cem peças à disposição dos interessados, com preços variados.

Contexto cultural

Florianópolis reúne maior número de rendeiras
Florianópolis reúne o maior número de rendeiras do sul do Brasil, descendentes das famílias açorianas que ocuparam a antiga Vila do Desterro, na Ilha de Santa Catarina. A renda de bilros é uma atividade exercida em Florianópolis desde o século 17 e é inegável sua importância no contexto cultural da cidade.

Os bilros são pequenas bobinas de madeira, geralmente preparadas e torneadas pelos maridos ou parentes das rendeiras. Para armar a renda são utilizadas almofadas em formato de cilindro, feitas de tecido de algodão e recheadas com capim de colchão (‘barba de velho’), palha de bananeira, serragem ou, ainda, esponja sintética. E estas almofadas, por sua vez, são apoiadas em caixas de madeira ou cavaletes, também chamados de cangalha.

Serviço: Museu do Folclore / Sala das Panelas – Avenida Olivo Gomes, 100, Parque da Cidade, Santana. Informações: 3924-7318 ou Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP).