quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Museu do Folclore Angela Savastano recebe 3.714 visitantes durante o mês de janeiro

28ª edição da Chegada das Bandeiras foi ponto 
alto das atividades no Museu do Folclore em janeiro

O Museu do Folclore Angela Savastano registrou um total de 3.714 visitantes em janeiro. A maior parte – 2.818 – passou pelas exposições (de longa duração e temporária), biblioteca, brinquedoteca e presépio. Outros 876 participaram das atividades realizadas ao longo do mês.

Em relação às exposições, o maior número de visitantes continua sendo da própria cidade, com um registro de 738 pessoas. De outros 19 estados e 22 países (Argentina, Bélgica, Canadá, Chile, Estados Unidos, França, Peru e Portugal) foram contabilizadas 420 pessoas.  

O número de visitantes a outros espaços do museu também foi bastante concorrido, principalmente ao presépio, com registro de 1.169 pessoas, seguido da brinquedoteca, com 359, e biblioteca, com 110.

Atividades

Durante janeiro, a atividade de maior destaque foi a realização da 28ª Chegada das Bandeiras, que marcou o encerramento do Ciclo de Natal e o fechamento do presépio, com a participação de 13 Folias de Reis. A manifestação foi acompanhada por um público de 580 pessoas.

Outras atividades realizadas no mês, como o Férias no Museu (foto ao lado), a Roda de Fazeres e o lançamento do livro Cidade Incolor, de Luciana Brauna, reuniram, respectivamente, 243, 26 e 27 pessoas.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultural Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

  • Museu do Folclore Angela Savastano
  • Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
  • (12) 3924-7318 e (12) 3924-7354
  • www.museudofolclore.org

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Primeira edição do Terças com Museologia aborda bens musealizados desaparecidos

Peças podem ser apreciadas na Sala das Tecnologias 
Foto: Adenir Britto

Na primeira edição do ano do Terças com Museologia, no próximo dia 24, o Museu do Folclore Angela Savastano abordará o tema Bens musealizados desaparecidos. A proposta é refletir sobre um assunto que também faz parte da realidade das instituições culturais.

As inscrições já estão abertas e devem ser feitas por meio da plataforma Sympla.

Os encontros do Terças com Museologia são gratuitos e acontecem de forma virtual pelo Google Meet, das 9h30 às 11h, sempre na última terça-feira do mês. A mediação é da museóloga do Museu do Folclore, Mariana Boujadi.

Várias formas

Ao longo da história, obras e objetos foram roubados, extraviados, destruídos por incêndios ou conflitos e até mesmo esquecidos nas reservas técnicas dos museus. Em outros casos, o desaparecimento não é físico, mas simbólico, relacionado a apagamentos, silenciamentos e escolhas institucionais sobre o que preservar e o que deixar de fora.

A intenção é discutir o que significa perder um bem musealizado e quais são as implicações desta ausência. O que permanece quando um objeto desaparece? A documentação, as fotografias, os registros, a memória coletiva? E como essas perdas nos fazem repensar o papel do museu como guardião da memória?

“Quando um objeto entra para o acervo de um museu, imaginamos que ele está protegido e garantido para o futuro. Mas nem sempre é assim. Queremos abrir espaço para reflexão sobre as ausências no acervo e sobre a responsabilidade ética envolvida na preservação cultural”, destaca Mariana Boujadi.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

  • Museu do Folclore Angela Savastano
  • Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354
  • www.museudofolclore.org

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Boneca gigante Dona Anja homenageia a folclorista Angela Savastano no desfile do Pirô

Boneca Dona Anja vai sair no bloco Pirô Piraquara durante o Carnaval

O tradicional bloco Pirô Piraquara, que abre o Carnaval joseense nesta quinta-feira (12), terá uma presença especial entre os foliões: a boneca gigante Dona Anja, criada em homenagem à folclorista Angela Savastano, falecida em agosto do ano passado. A figura se juntará aos outros tradicionais bonecões do bloco.

A ideia de criar Dona Anja surgiu de conversas entre os membros do CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos responsável pela gestão do Museu do Folclore Angela Savastano e pelo projeto Ecomuseu dos Campos de São José.

“Nós pensamos em criar a boneca em homenagem à Dona Angela, principalmente pela sua importância para o Carnaval tradicional de São José. Ela foi uma das responsáveis pela criação do Pirô Piraquara em 1991 e não deixava de desfilar com o bloco”, destacou Maria Siqueira Santos, coordenadora do Ecomuseu. 

A boneca gigante foi construída em cinco dias, durante uma oficina de bonecões conduzida pelo artesão, bonequeiro e figureiro Benedito Domingos dos Santos. A construção contou com a participação de muitas mãos, tanto de pessoas da comunidade como de outros figureiros.

A última vez que Dona Angela compartilhou sua animação com o bloco foi no Carnaval do ano passado. Ela ficou na esquina da Rua Coronel Madeira com a Rua Luiz Jacinto esperando o Pirô passar (no destaque – Foto: Paulo Amaral). É lá que a boneca Dona Anja também ficará posicionada, para seguir com o bloco até o final do trajeto.

Pirô Piraquara

O bloco Pirô Piraquara é organizado pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo e surgiu a partir do trabalho realizado pelo antigo projeto Piraquara, criado em 1988 sob coordenação da folclorista Angela Savastano. O projeto propunha atividades voltadas à valorização do folclore e da cultura popular regional.

Desde sua formação, o Pirô Piraquara abre oficialmente o Carnaval joseense, sempre às quintas-feiras. Hoje, a concentração será a partir das 17h30 na Praça Afonso Pena, de onde sairá às 19h30 para um trajeto pelo centro da cidade. No sábado (14), o desfile começará às 9h, também da Praça Afonso Pena.