sexta-feira, 24 de abril de 2026

Museu Vivo destaca música sertaneja, bordado e doce de abóbora na vivência do mês de abril

A mineira Ana Rosa vai compartilhar uma receita de doce de abóbora

Música sertaneja, bordado e doce de abóbora. Estes são os saberes que estarão em evidência no Museu Vivo deste domingo (26), das 14h às 17h, no Museu do Folclore Angela Savastano, no Parque da Cidade. A vivência é aberta ao público e ocorre na área externa do museu.

Para compartilhar estes saberes, foram convidados três representantes da cultura popular, todos nascidos em Minas Gerais. Na música, José das Dores Ramos comandará o Quarteto Havaí; no artesanato (bordado), Sofia de Farias Ramos, e na culinária (doce de abóbora), Ana Rosa dos Santos. 

Música

Natural de Muriaé, Havaí começou na música com 15 anos, tocando cavaquinho, viola e violão. Atualmente, dedica-se apenas ao violão. Com o quarteto – formado por ele, Robertinho, Moraisito e Amilton –, ele já atua há pelo menos seis anos. Já participou de outras edições do Museu Vivo por meio da dupla Minuano e Havaí.

Artesanato

Dona Sofia nasceu em Candelária e aprendeu a costurar, bordar e cozinhar com a mãe e avós. Ela participa do Museu Vivo desde 2015, quase sempre na área da culinária. Sua história também está contada na Coleção Cadernos de Folclore (volumes 23 e 30).

Culinária

Nascida em Sapucaí Mirim, Ana Rosa cresceu na roça, em uma fazenda da família. Sempre acompanhou a mãe na cozinha e foi aprendendo as coisas de olho, “xeretando”, como brinca. Gosta mesmo de cozinhar doces (de laranja e de mamão), além de bolo de milho e paçoca, receitas que já compartilhou no Museu Vivo.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona desde 1997 no Parque da Cidade. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

  • Museu do Folclore Angela Savastano
  • Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354
  • www.museudofolclore.org

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Terças com Museologia aborda diferença entre musealizar e museificar no próximo dia 28

Objetos na Sala das Tecnologias da exposição 
de longa duração do Museu do Folclore
Foto: Adenir Brito

O Museu do Folclore Angela Savastano realizará no próximo dia 28 de abril mais uma edição do Terças com Museologia. A proposta é fazer uma reflexão sobre a diferença entre musealizar e museificar, dois conceitos importantes da museologia que, muitas vezes, são usados como sinônimos, mas têm significados diferentes.

A atividade é gratuita e ocorre de forma virtual, das 9h30 às 11h, com transmissão pelo Google Meet. Podem participar pesquisadores, professores, educadores e demais interessados pelos assuntos abordados. A inscrição deve ser feita pela plataforma Sympla.

Todas os encontros do Terças com Museologia são gravados e disponibilizados na página do Museu do Folclore no YouTube. Desde 2023, quando o programa passou a ser realizado, já foram promovidos 27 encontros abordando diferentes temas ligados à museologia. 

Diferenças

A musealização está relacionada ao processo de atribuir valor a um objeto ou prática, reconhecendo seu significado cultural, histórico ou simbólico. Já a museificação pode envolver a transformação de objetos, espaços ou até modos de vida em algo museal, associado a processos de fixação ou cristalização.

“Queremos discutir estas diferenças de forma acessível, aproximando o público destes conceitos e mostrando como eles aparecem tanto no cotidiano dos museus quanto fora deles, refletindo sobre as formas como construímos memória e significado”, destaca a museóloga do Museu do Folclore, Mariana Boujadi, mediadora do encontro.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona desde 1997 no Parque da Cidade. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

  • Museu do Folclore Angela Savastano
  • Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354
  • www.museudofolclore.org

quarta-feira, 1 de abril de 2026

CECP lança chamamento público para compor cadastro de reserva para Cadernos de Folclore

Coleção é um dos projetos mais antigos do Museu do Folclore
Foto: Ricardo Savastano

O CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), responsável pela gestão do Museu do Folclore Angela Savastano, em São José dos Campos, lançou, nesta quarta-feira (1º), chamamento público para composição de cadastro de reserva para publicação de novos volumes da Coleção Cadernos de Folclore.

Interessados em participar do processo de avaliação devem enviar suas propostas para o e-mail biblioteca@museudofolclore.org até o dia 30 de abril, de acordo com as orientações constantes no chamamento. A avaliação das propostas será feita de 4 a 29 de maio e o resultado divulgado no dia 2 de junho no site do museu.

A Coleção Cadernos de Folclore é um dos mais antigos projetos do Museu do Folclore e já tem 31 volumes publicados desde 1987. O último deles – Vozes do Sertão: A poética nas ladainhas da Capoeira Angola – foi lançado em 2025. Até o final do ano outro volume deverá ser publicado. 

Critérios

Qualquer pesquisador (a) ou autor (a), sem distinção de qualquer espécie, pode inscrever até uma obra, independente da posição de autoria. Porém, a inscrição não garante a publicação da obra, uma vez que o projeto editorial se dá anualmente e também considera pesquisas realizadas pela própria instituição.

Todas as propostas serão avaliadas pelo Conselho Editorial do CECP, que observa a consonância com o projeto Cadernos de Folclore, que tem a publicação de seus volumes condicionada à disponibilidade de recurso financeiro e atendimento aos focos temáticos a serem trabalhados.

Não serão aceitas propostas de reedição de livros que já tenham sido publicados por qualquer editora. Monografias, trabalhos de conclusão de curso, dissertações e teses devem ter sua estrutura e linguagem devidamente adaptadas para publicação em livro, pois o Conselho Editorial não avaliará textos originais de trabalhos não adaptados.

Questões relativas à diagramação, revisão, impressão, divulgação, lançamento e distribuição gratuita da obra são de responsabilidade do Museu do Folclore. O (a) autor (a) tem direito a receber 20% do total dos exemplares impressos para fazer sua própria distribuição, também gratuita.   

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona no Parque da Cidade desde 1997. O CECP é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, criada em 1998.

 

  • Museu do Folclore Angela Savastano
  • Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354
  • www.museudofolclore.org