quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Museu Vivo de domingo mostra artesão que transforma latinhas de alumínio em brinquedos

Pedro Galvão já participou de outras edições do Museu Vivo

Para empresas e pessoas físicas que trabalham com a coleta ou comercialização de produtos recicláveis, as latinhas de alumínio significam uma boa fonte de faturamento e renda. Para outros, como o artesão Pedro Galvão de Moura, 79 anos, elas têm um outro significado. Ele cria e monta diferentes objetos, principalmente brinquedos, utilizando o material como matéria prima.  

Nascido em São Luiz do Paraitinga, no Vale do Paraíba, Pedro Galvão mora na Vila Maria, em São José dos Campos, onde faz brinquedos e utensílios em miniatura, todos de lata. O desejo surgiu por acaso, quando já era adulto, após ganhar da esposa uma panela de pressão em miniatura e feita de lata. Inquieto, passou a se questionar se conseguiria fazer igual ou até melhor.

O resultado veio com o tempo e à medida que sua habilidade crescia, ele não parou mais. Hoje, já são muitas peças em miniatura e até maiores, como caminhões e aviões. Uma sabedoria que ele faz questão de compartilhar com as pessoas, como vai fazer neste último domingo de outubro (31), quando participará de uma nova edição do Museu Vivo, no Museu do Folclore de São José dos Campos.

A atividade será realizada na área externa do museu, entre 14h e 17h, onde ele poderá mostrar as suas peças e conversar com o público que quiser conhecer um pouco mais sobre o seu trabalho. O Museu Vivo é um dos projetos realizados pelo Museu do Folclore ao longo do ano e acontece sempre em dois domingos do mês, no período da tarde.

Neste mesmo horário inclusive, o público também pode visitar as exposições permanente e temporária do Museu do Folclore, que fica no Parque da Cidade. Durante a semana, as visitas espontâneas podem ser feitas de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. O museu é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular).

 

Museu do Folclore de SJC

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org  

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Encontro virtual nesta terça discute novas formas de hortas urbanas em espaços públicos

Horta urbana construída pelos moradores 
da Rua Isabel Nunes, no Campos de São José

Inspirar novas iniciativas da sociedade civil para o cultivo e a produção de alimentos em espaços públicos, além de fortalecer projetos já existentes em diferentes pontos da cidade, por iniciativas diversas. Estes são os principais objetivos de um encontro virtual que será promovido nesta terça-feira (26), às 19h30, pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), por meio do projeto Ecomuseu dos Campos de São José.

O encontro será conduzido e mediado pelo historiador Fábio Bueno, coordenador de pesquisa sociocultural do Ecomuseu e abrirá espaço para uma troca de experiências sobre hortas urbanas construídas em áreas públicas, escolas e instituições, com apresentação de projetos desenvolvidos pela Prefeitura e organizações da sociedade civil, que visam a produção de alimentos de forma coletiva e comunitária.

A transmissão do encontro acontecerá pela página do Ecomuseu no Facebook (facebook.com/ecomuseusjc), com possibilidade de perguntas e comentários do público ao final das apresentações dos participantes. 

O mesmo local antes de receber o trabalho da comunidade 

Participantes

Marcelo Cunha, engenheiro ambiental agricultor urbano e coordenador de agroecologia do Ecomuseu, fundador do Viveiro Fotossíntese e sócio fundador da Organe-se, organização que atua com compostagem urbana.

Donizetti Bueno, morador do bairro Campos de São José, liderança comunitária e participante do projeto Ecomuseu.

Clara Ribacamá, pesquisadora do PROCAM/USP e articuladora no MUDA (Movimento Urbano de Agroecologia) e APA (Articulação Paulista de Agroecologia).

Ronaldo Gonçalves Madureira, chefe da Divisão de Educação Ambiental da Secretaria de Urbanismo e Sustentabilidade da Prefeitura de São José dos Campos, que apresentará o Programa Municipal de Hortas Urbanas.

Camila Inês, eco-arte-educadora e permacultura, integrante da equipe de agroecologia do Ecomuseu, co-fundadora da Artihorta e do Coletivo Famílias e Natureza.

Apoio e parceria

O Projeto Ecomuseu é uma realização do CECP, com apoio da Prefeitura de São José dos Campos, em parceria com a Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

 

CECP/Ecomuseu dos Campos de São José 

Tel.: (12) 98264-5960 

Blog: www.cecpdesaojose.blogspot.com 

Face: https://www.facebook.com/ecomuseusjc

E-mail: ecomuseu@cecp.org.br

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Museu do Folclore recebe um bom número de visitantes que vêm de outras cidades e estados

Rodrigo e Júlia durante visita no Museu do Folclore

Das 558 pessoas que visitaram o Museu do Folclore de São José dos Campos, no período de 21 de setembro (data da sua reabertura) a 17 de outubro, 223 eram de outras cidades e estados brasileiros, como Belo Horizonte (MG), Cascavel (PR), João Pessoa (PB), Parnamirim (RN), Recife (PE), Salvador (BA), Santa Maria (RS), Aracaju (SE) e Vitória (ES). Os demais (335) eram de São José, de municípios da região e de outras cidades paulistas.

Boa parte dessas pessoas que veio de fora são turistas que estavam conhecendo a cidade e a região pela primeira vez e, consequentemente, o Museu do Folclore também. Alguns têm parentes ou amigos que moram em São José, em municípios vizinhos ou mesmo em São Paulo. É o caso, por exemplo, dos namorados Júlia e Rodrigo, que aproveitaram o feriado do Dia das Crianças para um passeio pela região.

“Foi um presente que eu não estava esperando”, respondeu a mineira de Belo Horizonte, Júlia Viotti Corrêa, 29 anos, quando foi questionada se gostou do que viu no Museu do Folclore de São José dos Campos. Ao lado do namorado joseense, Rodrigo Maia Corrêa, 33 anos, ela visitou o museu no feriado de 12 de outubro. Os dois estavam conhecendo o museu pela primeira vez.

Julia contou que se sentiu acolhida na visita e que ficou muito satisfeita com o atendimento. “As informações e explicações dadas pela mediadora deixou o museu três vezes mais interessante”, enfatizou a visitante. Júlia é engenheira florestal e disse gostar de cultura popular e de ler bastante sobre as religiões afro-brasileiras.   

Roteiro pronto

Brenda Barreto Dantas, 28 anos (na foto ao lado), de Aracaju (SE) e Bruno Dias Perestrelo, 31 anos (na foto ao lado), de São Paulo, são mais dois exemplos de visitantes que conheceram o museu pela primeira vez. O casal saiu de São Paulo com o roteiro pronto para viajar pela região. Foram até o distrito de São Francisco Xavier e na volta passaram pelo museu.

“Nós sempre procuramos visitar museus em nossos passeios e gostamos de saber da história dos locais, das cidades. Dessa vez incluímos o Museu do Folclore no roteiro e gostamos muito do que vimos por aqui”, enfatizou Brenda.

Funcionamento

As visitas às exposições, permanente e temporária, do museu estão normalizadas desde 21 de setembro e podem ser feitas de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. A Biblioteca Maria Amália Côrrea Giffoni também já está aberta, podendo ser utilizada de segunda a sexta, das 9h às 17h.

De qualquer maneira, em razão da pandemia, o museu programou alguns procedimentos que atendem as exigências do Plano São Paulo de combate à covid-19. Na área expositiva, é permitida a presença de, no máximo, 12 pessoas por vez (considerando dois mediadores do museu). 

Para cada visita são disponibilizados álcool em gel e os visitantes precisam manter um distanciamento de 1,5 metro. As janelas estarão abertas, os ventiladores ligados e haverá higienização das superfícies. Quando houver lotação máxima de visitantes, o tempo máximo de permanência no local será de 30 minutos.

 

Tanto a área administrativa como expositiva estão devidamente preparadas para receber funcionários e visitantes, com definição de capacidade de pessoas por ambiente, instalação de avisos, disponibilização de álcool em gel e outros procedimentos.

 

Museu do Folclore de SJC

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org