segunda-feira, 9 de março de 2026

Museu do Folclore participa do 1º Congresso Brasileiro de Folcloristas, em Araçatuba

Exposição reúne trabalhos de participantes da Roda de Fazeres

O Museu do Folclore Angela Savastano participará da primeira edição do Congresso Brasileiro de Folcloristas, que ocorrerá em Araçatuba (SP), de 11 a 15 de março. O tema do congresso é: “Dos rituais às mídias sociais – Tradição e saberes para as novas gerações”.

A participação do museu será marcada com a palestra “Minha cultura mostra quem sou”, ministrada pela gestora Camila Inês no dia 14, às 11h. E também, com a exposição “Fios Ancestrais”, a partir do dia 12, que mostra trabalhos dos participantes da Roda de Fazeres.

“A presença do Museu do Folclore neste congresso visa ampliar ainda mais o relacionamento com outras instituições, dando visibilidade aos trabalhos que realizamos e fortalecendo nossa posição no cenário estadual e nacional”, explica Camila Inês.

Realização

A realização do congresso é da IOV Mundial (Organização Internacional de Folclore e Artes Populares), por meio da IOV Brasil. Presente em mais de 100 países, a IOV Mundial desenvolve ações em parceria com artistas, mestres da tradição, pesquisadores, educadores e instituições culturais.

O congresso nasce como espaço de encontro, diálogo e reflexão sobre o folclore brasileiro, articulando saberes tradicionais, práticas comunitárias e novas formas de circulação cultural. O evento também reafirma o folclore como patrimônio cultural vivo, fundamental para a preservação da memória coletiva.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

  • Museu do Folclore Angela Savastano
  • Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354
  • www.museudofolclore.org

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Museu do Folclore Angela Savastano recebe 3.714 visitantes durante o mês de janeiro

28ª edição da Chegada das Bandeiras foi ponto 
alto das atividades no Museu do Folclore em janeiro

O Museu do Folclore Angela Savastano registrou um total de 3.714 visitantes em janeiro. A maior parte – 2.818 – passou pelas exposições (de longa duração e temporária), biblioteca, brinquedoteca e presépio. Outros 876 participaram das atividades realizadas ao longo do mês.

Em relação às exposições, o maior número de visitantes continua sendo da própria cidade, com um registro de 738 pessoas. De outros 19 estados e 22 países (Argentina, Bélgica, Canadá, Chile, Estados Unidos, França, Peru e Portugal) foram contabilizadas 420 pessoas.  

O número de visitantes a outros espaços do museu também foi bastante concorrido, principalmente ao presépio, com registro de 1.169 pessoas, seguido da brinquedoteca, com 359, e biblioteca, com 110.

Atividades

Durante janeiro, a atividade de maior destaque foi a realização da 28ª Chegada das Bandeiras, que marcou o encerramento do Ciclo de Natal e o fechamento do presépio, com a participação de 13 Folias de Reis. A manifestação foi acompanhada por um público de 580 pessoas.

Outras atividades realizadas no mês, como o Férias no Museu (foto ao lado), a Roda de Fazeres e o lançamento do livro Cidade Incolor, de Luciana Brauna, reuniram, respectivamente, 243, 26 e 27 pessoas.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultural Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

  • Museu do Folclore Angela Savastano
  • Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
  • (12) 3924-7318 e (12) 3924-7354
  • www.museudofolclore.org

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Primeira edição do Terças com Museologia aborda bens musealizados desaparecidos

Peças podem ser apreciadas na Sala das Tecnologias 
Foto: Adenir Britto

Na primeira edição do ano do Terças com Museologia, no próximo dia 24, o Museu do Folclore Angela Savastano abordará o tema Bens musealizados desaparecidos. A proposta é refletir sobre um assunto que também faz parte da realidade das instituições culturais.

As inscrições já estão abertas e devem ser feitas por meio da plataforma Sympla.

Os encontros do Terças com Museologia são gratuitos e acontecem de forma virtual pelo Google Meet, das 9h30 às 11h, sempre na última terça-feira do mês. A mediação é da museóloga do Museu do Folclore, Mariana Boujadi.

Várias formas

Ao longo da história, obras e objetos foram roubados, extraviados, destruídos por incêndios ou conflitos e até mesmo esquecidos nas reservas técnicas dos museus. Em outros casos, o desaparecimento não é físico, mas simbólico, relacionado a apagamentos, silenciamentos e escolhas institucionais sobre o que preservar e o que deixar de fora.

A intenção é discutir o que significa perder um bem musealizado e quais são as implicações desta ausência. O que permanece quando um objeto desaparece? A documentação, as fotografias, os registros, a memória coletiva? E como essas perdas nos fazem repensar o papel do museu como guardião da memória?

“Quando um objeto entra para o acervo de um museu, imaginamos que ele está protegido e garantido para o futuro. Mas nem sempre é assim. Queremos abrir espaço para reflexão sobre as ausências no acervo e sobre a responsabilidade ética envolvida na preservação cultural”, destaca Mariana Boujadi.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

  • Museu do Folclore Angela Savastano
  • Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354
  • www.museudofolclore.org