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quarta-feira, 21 de julho de 2021

Encontro desta quarta-feira (21) encerra ciclo de conversas do Dialogando com o Folclore

Camila Novaes e Luciana Carvalho participam hoje do quarto encontro

Termina nesta quarta-feira (21) o ciclo de conversas do projeto Dialogando com o Folclore, realizado pelo Museu do Folclore de São José dos Campos. O assunto, desta vez, vai girar em torno da importância da presença dos jovens nas muitas áreas da cultura popular, tanto nas discussões como nas próprias manifestações.

Para essa última roda de conversa, as convidadas são duas jovens mulheres negras que atuam para a continuidade das manifestações culturais das quais fazem parte – o Jongo e o Samba de Bumbo – e a resistência da cultura negra como um todo: Camila Novaes, do Movimento Cultural Nhô Arruda, de Campinas, e Luciana Carvalho do Grupo de Jongo Mistura da Raça, de São José dos Campos. 

Como os demais encontros, este também será realizado pelo Google Meet e começará às 19h30. Os interessados ainda podem se inscrever no link bit.ly/DialogandocomFolclore-2021. O tema abordado pelo projeto, este ano, é a ‘Transmissão de Saberes – Pontes entre tradição e atualidade’. No canal do museu no YouTube é possível rever os bate-papos.

Engajamento

Camila Novaes é artista visual, gestora, sambadeira e aprendiz Griô no Movimento Cultural Nhô Arruda. Em sua trajetória atuou na rede de pontes de cultura, projetos, formação de redes e coletivos. Luciana Carvalho é jongueira desde criança, atua como liderança do grupo juntamente com seus pais, mestre Laudení de Souza e Márcia Cunha. É agente cultural do Ponto de Cultura Jongo Mistura da Raça.

Segundo a pesquisadora Tiane Tessaroto, mediadora do encontro desta quarta, “o engajamento de jovens dentro de suas comunidades é crescente e se mostra como uma importante ferramenta para a busca de soluções de problemas sociais, além de demonstrar dinâmicas e comportamentos culturais importantes”.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado, desde 1997, no Parque da Cidade, em Santana, região norte. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

Museu do Folclore de SJC

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Dialogando com o Folclore prossegue segunda com dois representantes de tradição caipira

Oliveira Fontes e Edson Fontes participam do terceiro encontro

Músicos de mão cheia e carregados de tradições da vida caipira, Oliveira Fontes e o filho, Edson Fontes, da cidade de Tanabi (SP), serão os protagonistas do terceiro encontro virtual do projeto Dialogando com o Folclore 2021, na próxima segunda-feira (19), a partir das 19h30, com transmissão pelo Google Meet. Para participar deste bate-papo é só fazer a inscrição pelo link: bit.ly/DialogandocomFolclore-2021.

O tema do projeto, este ano, destaca a ‘Transmissão de Saberes – Pontes entre tradição e atualidade’. Segundo a pesquisadora do Museu do Folclore, Tiane Tessaroto, “a cultura caipira possui uma linguagem própria tanto no dialeto quanto na culinária, nos costumes, nas festas e na música, onde há uma variedade de ritmos e danças”.

“A viola acaba entrando como um elemento de ligação muito importante entre as tradições caipiras e as formas como essas referências se expressam nos contextos sociais. O interesse por esse instrumento tem aproximado gerações e servido de ponte de transmissão dos saberes associados à cultura caipira”, ressalta Tiane.

Perfis

Oliveira aprendeu muito com seus antepassados, segundo conta. Em Guarulhos, cidade onde passou a viver, criou vários grupos de diferentes manifestações populares: Os Favoritos da Catira, Os Mensageiros dos Santos Reis, a Orquestra de Violeiros Coração da Viola e a Associação Guarulhense de Artistas Sertanejos.

Seguindo os passos do pai desde pequeno, Edson tomou um rumo muito parecido na vida. Além de também ser integrante do grupo Os Favoritos da Catira, conquistou seu espaço como músico na banda Matuto Moderno. Tem seu trabalho dedicado à preservação da cultura tradicional e sua relação com contemporâneo.  

Para este encontro, o Museu do Folclore convidou o professor Luiz Antônio Guerra, doutorando em Sociologia pela Universidade de São Paulo (FFLCH/USP), onde desenvolve pesquisa sobre viola e cultura caipira. É membro do Núcleo de Sociologia da Cultura (USP) e colaborador do Museu do Folclore de São José dos Campos.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado, desde 1997, no Parque da Cidade, em Santana, região norte. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

Museu do Folclore de SJC

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org 

quarta-feira, 14 de julho de 2021

Dialogando com o Folclore reúne jongueiras no segundo encontro que acontece nesta quinta

Alessandra é jongueira de Indaiatuba
Acontece nesta quinta-feira (15), a partir das 19h30, o segundo encontro virtual do projeto Dialogando com o Folclore 2021, promovido pelo Museu do Folclore de São José dos Campos. Estarão reunidas as jongueiras Jociara Rodrigues de Souza, do Jongo Filhos da Semente, de Indaiatuba, e Alessandra Ribeiro, da Comunidade de Jongo Dito Ribeiro, de Campinas. A mediação será feita pela pesquisadora do Museu do Folclore, Renata Sparapan.  

O projeto tem como tema a ‘Transmissão de Saberes – Pontes entre tradição e atualidade’. A programação prossegue nos dias 19 e 21 de julho, no mesmo horário, pelo Google Meet. As inscrições para amanhã e os demais encontros continuam abertas e devem ser feitas pela internet, no link bit.ly/DialogandocomFolclore-2021. Confira a programação completa no link: bit.ly/Programacao-Dialogando.

Cultura negra

Jociara é da cidade de Campinas
A cultura negra está presente de diversas formas na vida do brasileiro, seja por meio da música, da culinária e tantas outras formas de expressão. Ainda assim, a população negra luta por espaços de valorização das suas heranças culturais, das formas de leitura do mundo e da ancestralidade, para quebrar o estigma de população historicamente subjugada.

Mais da metade da população brasileira é formada por indivíduos que se declaram negros. A formação do país foi profundamente moldada e influenciada pelas mãos e saberes dos povos africanos, que vieram para o Brasil em condições sub-humanas de escravizados e que aqui constituíram suas identidades a duras penas.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado, desde 1997, no Parque da Cidade, em Santana, região norte. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

Museu do Folclore de SJC

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org 

terça-feira, 13 de julho de 2021

Escritor e cineasta abrem primeiro encontro do Dialogando com o Folclore nesta terça-feira

O filósofo e escritor Daniel Munduruku, que tem mais de 50 livros publicados, e a cineasta Graciela Guarani, ambos representantes da cultura indígena, abrem hoje à noite, às 19h30, o primeiro encontro virtual do projeto Dialogando com o Folclore, realizado pelo Museu do Folclore de São José dos Campos. As inscrições ainda estão abertas e podem ser feitas pela internet, no link bit.ly/DialogandocomFolclore-2021.

O tema deste ano questiona como é possível manter a transmissão de saberes populares na atualidade, conciliando tradição e inovação, diante das mudanças provocadas pelo avanço da tecnologia da comunicação e a própria pandemia da covid-19. A programação completa prevê mais três encontros este mês, reunindo representantes da cultura negra (dia 15), de tradição caipira (dia 19) e jovens (dia 21).

As conversas acontecerão pelo Google Meet, sempre com a presença de um mediador. Elas serão gravadas e poderão ser conferidas, posteriormente, nas redes sociais do Museu do Folclore. Hoje, a mediação será da pesquisadora Tiane Tessaroto. 

Diversidade

A diversidade da cultura indígena no Brasil é muito grande e a população indígena, com cerca de 900 mil cidadãos, possui mais de 200 etnias diferentes por todo o país. Essa população vem quebrando barreiras e ocupando espaços importantes na sociedade, fazendo com que suas narrativas e lutas ganhem visibilidade.

Conforme explica Tiane Tessaroto, “nesta primeira roda de conversa, os nossos convidados abordarão a transmissão de saberes, as dinâmicas culturais em seus contextos diários e profissionais, além das relações entre tradição e contemporaneidade no momento delicado que estamos vivendo”.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado, desde 1997, no Parque da Cidade, em Santana, região norte. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

Museu do Folclore de SJC

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org

terça-feira, 6 de julho de 2021

Museu do Folclore aborda a transmissão de saberes durante quatro encontros virtuais

Como é possível manter a transmissão de saberes na atualidade e conciliar tradição e inovação diante das mudanças provocadas pelas novas tecnologias e a pandemia da convid-19? Estas e outras questões serão discutidas pelo Museu do Folclore de São José dos Campos em quatro encontros virtuais nos dias 13, 15, 19 e 21 de julho.

A participação é aberta a interessados e as inscrições podem ser feitas pela internet, no link: bit.ly/DialogandocomFolclore-2021.

A iniciativa faz parte do projeto Dialogando com o Folclore, realizado anualmente pelo museu. E, mais uma vez, acontecerá de forma remota, em razão da pandemia da covid-19. Os encontros terão como tema central a ‘Transmissão de Saberes – Pontes entre tradição e atualidade’ e reunirão representantes ligados às culturas indígena, negra e de tradição caipira, além de jovens.

As conversas serão transmitidas pela plataforma Google Meet e contarão com a presença de mediadores (Tiane Tessaroto, Renata Sparapan e Luiz Antônio Guerra). As pessoas inscritas e que acompanharem todos os encontros poderão solicitar um certificado de participação, que será emitido pelo Museu do Folclore.

“A cultura popular é dinâmica e está em processo constante de transformação, o que faz com que o próprio conceito de folclore esteja sempre em construção. Queremos propor, nesta edição do evento, uma reflexão sobre o quanto e de que forma as novas tecnologias e a própria pandemia da covid-19 influenciaram o processo de transmissão de saberes”, explica Tiane Tessaroto, pesquisadora do museu.

Programação

Dia 13 (terça-feira): 19h30 às 21h - Mediação: Tiane Tessaroto

Daniel Munduruku: Filósofo e escritor com mais de 50 livros publicados. Doutor em Educação. Diretor do Instituto Uka Casa dos Saberes Ancestrais. Pertence ao povo Munduruku, do Pará.

Graciela Guarani: Produtora cultural, ativista, cineasta, curadora de cinema e formadora em audiovisual. Pioneira em produções originais audiovisuais no cenário brasileiro. Pertence à nação Guarani Kaiowá e Aché, do Mato Grosso do Sul. 

Tiane Tessaroto: Graduada em Educação Musical pela Universidade de São Carlos (UFSCAR) e especialista em Cultura Popular Brasileira pela Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP). Atua no Museu do Folclore como pesquisadora.

Dia 15 (quinta-feira): 19h30 às 21h - Mediação: Renata Sparapan

Jociara Souza: Pedagoga e pós-graduada em Psicopedagogia e Educação Especial. Desenvolve trabalhos de promoção e salvaguarda do Jongo em Indaiatuba (SP). Desde 2013 integra o Grupo de Lideranças Jongueiras Paulistas e o Grupo de Lideranças do Coletivo de Jongueiros do Sudeste.

Alessandra Ribeiro: Historiadora e doutora em Urbanismo, com estudos voltados a Matriz Africana: territórios, memória e representação. Gestora cultural da Casa de Cultura Fazenda Roseira. Mestra da Comunidade Jongo Dito Ribeiro (Campinas). Umbandista e Mãe de Santo.

Renata Sparapan: Graduada em Ciências Sociais e mestranda em Artes pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Atua no Museu do Folclore como pesquisadora.

Dia 19 (segunda-feira): 19h30 às 21h - Mediação: Luiz Antônio Guerra

Oliveira Fontes: Nasceu em Tanabi (SP) e carrega as tradições da vida caipira aprendidas com seus antepassados. Fincou suas raízes em Guarulhos, onde fundou Os Favoritos da Catira, Os Mensageiros dos Santos Reis, a Orquestra de Violeiros Coração da Viola e Associação Guarulhense de Artistas Sertanejos.

Edson Fontes: Filho de Oliveira Fontes, acompanha as palmas, toques e tradições do pai. Integrante d’Os Favoritos da Catira e músico da banda Matuto Moderno, tem seu trabalho dedicado à preservação da cultura tradicional e sua relação com o contemporâneo.

Luiz Antônio Guerra: é doutorando em Sociologia pela Universidade de São Paulo (FFLCH/USP), onde desenvolve pesquisa sobre viola e cultura caipira. É membro do Núcleo de Sociologia da Cultura (USP) e colaborador do Museu do Folclore de São José dos Campos.

Dia 21 (quarta-feira): 19h30 às 21h - Mediação: Tiane Tessaroto

Luciana Carvalho: Jongueira desde criança, atua como liderança do grupo juntamente com seus pais, mestre Laudení de Souza e Márcia Cunha. É agente cultural do Ponto de Cultura Jongo Mistura da Raça.

Camila Novaes: Artista visual, gestora, sambadeira e aprendiz Griô no Movimento Cultural Nhô Arruda. Em sua trajetória atuou na rede de pontes de cultura, projetos, formação de redes e coletivos.

Tiane Tessaroto: Graduada em Educação Musical pela Universidade de São Carlos (UFSCAR) e especialista em Cultura Popular Brasileira pela Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP). Atua no Museu do Folclore como pesquisadora.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado, desde 1997, no Parque da Cidade, em Santana, região norte. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

Museu do Folclore de SJC

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org

terça-feira, 4 de agosto de 2020

Dialogando com o Folclore discute arte e artesanato durante três encontros virtuais

Aqui você tem detalhes do evento, orientações
para sua inscrição e o perfil de cada palestrante
O Museu do Folclore de São José dos Campos realizará, nos dias 5, 7 e 10 de agosto, mais uma edição do projeto Dialogando com o Folclore, desta vez de maneira virtual, em razão da pandemia do novo coronavírus. O evento acontecerá sob gestão do Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP) e terá como tema central ‘O Fazer do Povo: Arte, Artesanato e Outros Desdobramentos’.

Os interessados poderão se inscrever gratuitamente pela plataforma Sympla. O número de vagas é limitado e os participantes poderão interagir com os palestrantes. Cada encontro contará com a participação de dois especialistas convidados e um mediador do Museu do Folclore. As discussões serão transmitidas pelo aplicativo Zoom, com uma hora e meia de duração (das 15h às 16h30).

Perdurar as tradições 

A folclorista Angela Savastano
“Dentre tantos temas expostos como objeto de estudo do folclore, a arte e o artesanato se destacam pela capacidade de perdurar as tradições por meio da resistência das técnicas e, ao mesmo tempo, se renovar nas mudanças cotidianas do mundo”, enfatiza a folclorista do Museu do Folclore, Angela Savastano.

Para Francine Maia, gestora do Museu do Folclore, “pensar a arte e o artesanato nos tempos atuais é entendermos não somente o objeto de estudo, mas também quais são as necessidades de ‘fala’ que vivemos no contexto das novas tecnologias, meios de comunicação e aprendizagens, urbanização e sustentabilidade, entre outras questões”.

Programação

Dia: 5 (quarta-feira), 15h às 16h30.
Eixo 1: Arte e artesanato: conceitos estudados pelo Folclore e Cultura Popular.
Especialistas: Carlos Rodrigues Brandão (Unicamp) e André Bazzanella (Casa do Patrimônio do Vale do Paraíba – Iphan).

Esta primeira palestra do Dialogando com o folclore 2020 pretende discutir os conceitos da arte e do artesanato dentro do campo de estudos da cultura popular e do folclore. Traçar caminhos e relações com o meio, necessidades de ação, criação e transformação do território e seus elementos.

Dia: 7 (sexta-feira), 15h às 16h30.
Eixo 2: Espaços de visibilidade do artesanato atualmente e suas projeções
Especialistas: Luiz César dos Santos Baía (Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular – Iphan) e Isabela Nascimento Frade (UERJ).

A palestra visa nos mostrar os lugares onde a arte e o artesanato tem visibilidade e potência de crescimento. Além de discutir a importância do entendimento desses patrimônios materiais e imateriais, que carregam consigo não somente as matérias primas utilizadas, mas também gerações de saberes valiosos.

Dia: 10 (segunda-feira), 15h às 16h30.
Eixo 3: Sujeito artesão, ética na pesquisa e desenvolvimento comunitário.
Especialistas: Elisabeth Costa (Centro Nacional do Folclore e Cultura Popular – Iphan) e Alemberg Quindis (Fundação Casa Grande – Memorial do Homem Kariri).

Essa palestra visa tratar das ações e estudos em torno do sujeito artesão enquanto sujeito social e suas inter-relações com o território e com a comunidade. Valorizar o patrimônio cultural e valorizar os detentores dos saberes e fazeres que dão vida a arte e ao artesanato popular.

Mais detalhes da programação 

Museu do Folclore de SJC
Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
(12) 3924-7318 / www.museudofolclore.org

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Museu do Folclore realiza no dia 25 o último encontro do projeto Dialogando com o Folclore

A palestrante Maria Cândida Moraes
O Museu do Folclore de São José dos Campos realiza nesta quinta-feira (25) o sexto e último encontro do projeto Dialogando com o Folclore, edição 2019, com palestra de Maria Cândida Moraes, pesquisadora do CNPq e coordenadora adjunta da Rede Internacional de Ecologia dos Saberes (RIES), da Universidade de Barcelona. Ela falará sobre ‘Ecologia dos Saberes – Novas bases epistemológicas para a religação dos saberes’.

A palestra acontece às 19h30 no auditório do Museu Municipal de São José dos Campos, com entrada franca. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pela internet, no link http://bit.ly/Dialogando6. As vagas são limitadas e os participantes receberão certificado (digital) de participação.

“A ecologia dos saberes se refere a existência de conhecimentos plurais, destacando a importância do diálogo entre o saber científico e humanístico, entre o saber acadêmico e o saber popular provenientes de outras culturas e a necessidade de confrontar o conhecimento científico com outros tipos de conhecimentos”, ressalta a palestrante.

Perfil

Maria Cândida Moraes também é professora aposentada do Programa de Pós-Graduação em Educação na Universidade Católica de Brasília, tendo proferido mais de duas centenas de conferências em sua área de atuação. Possui mestrado em ciências pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (INPE/1975), revalidado pela UNICAMP e doutorado em Educação (currículo) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1996).

Projeto

O Dialogando com o Folclore é desenvolvido anualmente pelo Museu do Folclore, por meio de cursos e palestras, destinado a um público diverso como estudantes universitários, educadores e interessados. Tem como objetivo gerar reflexão e diálogo acerca de temas importantes ligados aos estudos sobre os saberes populares. O tema do projeto, este ano, faz uma relação entre a cultura popular, a ciência e a tecnologia.

Gestão

O Museu do Folclore foi criado em 1987 pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo e, atualmente, é gerido pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), organização da sociedade civil sem fins lucrativos, com sede em São José dos Campos.

Museu do Folclore de SJC
Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana
(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org

segunda-feira, 8 de julho de 2019

Inscrições para próxima palestra do projeto Dialogando com o Folclore continuam abertas

Carlos Rodrigues Brandão ministra a quinta palestra do projeto
Continuam abertas as inscrições para mais um encontro do projeto Dialogando com o Folclore, promovido pelo Museu do Folclore de São José dos Campos. A palestra será ministrada pelo professor e pesquisador Carlos Brandão, que falará sobre ‘O folclore de cada esquina, a cultura popular de cada momento’. Ela acontece nesta quinta-feira (11), às 19h30, no auditório do Museu Municipal de São José dos Campos.

Os interessados em participar podem fazer a inscrição pela internet, no link http://bit.ly/Dialogando5. O encontro é gratuito e as vagas são limitadas. Os participantes receberão certificado digital de participação. “A cultura popular habita mais no cotidiano das pessoas do que se possa imaginar”, ressalta o pesquisador, destacando a síntese do será sua palestra.

Este é o quinto encontro do projeto, que neste ano tem como tema os ‘Saberes tradicionais e saberes científicos: pontos de aproximação e conflito’. A intenção é mostrar a relação entre a cultura popular, a ciência e a tecnologia, por meio de várias narrativas, envolvendo experiências de trabalho com saberes tradicionais. A última palestra está prevista para o dia 25 de julho.

Perfil do palestrante

Carlos Brandão é, atualmente, pró-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa e Ação Comunitária da Universidade de Uberaba (MG). Exerce também a função de diretor do Centro de Estudos de Agricultura (Ceres) da Unicamp, e ainda leciona no curso de doutoramento em Saúde Mental Comunitária, da Universidad Veracruzana do México.

Carioca do Rio de Janeiro, Brandão é mestre em Antropologia Social e possui doutorado e pós-doutorado em Ciências Sociais e pós-doutorado em História Contemporânea. É especialista em Antropologia Rural e Antropologia da Religião, Culturas Populares, Educação Rural e Educação Popular.

Ele também é pesquisador do CNPq e consultor, em vários projetos, da Fapesp e Anpocs, tem mais de oitenta obras publicadas. Entre elas, o 19º volume da Coleção Cadernos do Folclore, do Museu do Folclore, publicado em 2009, com o título ‘O saber, o cantar e o viver do povo’.

Projeto e gestão

O Dialogando com o Folclore é desenvolvido anualmente pelo Museu do Folclore, por meio de cursos e palestras, destinado a um público diverso como estudantes universitários, educadores e interessados.

O Museu do Folclore foi criado em 1987 pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo e, atualmente, é gerido pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), organização da sociedade civil sem fins lucrativos, com sede em São José dos Campos.

Museu Municipal de SJC (local das palestras)
Praça Afonso Pena, 29 – Centro
(12) 3921-7587

Museu do Folclore de SJC
Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana
(12) 3924-7318 - www.museudofolclore.org 

domingo, 23 de junho de 2019

Próxima palestra do projeto Dialogando com o Folclore é antecipada para o dia 25, às 19h30

O físico Germano Afonso é o próximo palestrante no dia 25
Dando continuidade à programação, deste ano, do projeto Dialogando com o Folclore, o Museu do Folclore de São José dos Campos antecipou para o próximo dia 25 a realização de mais um encontro (estava previsto para dia 27). Desta vez, o palestrante será o físico Germano B. Afonso, que falará sobre astronomia indígena. A palestra é gratuita e acontece no auditório do Museu Municipal, a partir das 19h30.

As inscrições podem ser feitas por meio do site do Museu do Folclore. As vagas são limitadas e os participantes receberão certificado digital. Depois deste, estão previstos mais dois encontros, nos dias 11 e 25 de julho. A proposta do projeto, neste ano, é mostrar a relação entre a cultura popular, a ciência e a tecnologia, por meio de seis encontros, realizados em maio, junho e julho.

Confira entrevista para o programa 'Nós da Educação'

O Dialogando com o Folclore é um projeto desenvolvido anualmente, por meio de cursos e palestras, destinado a um público diverso como estudantes universitários, educadores e interessados. Tem como objetivo gerar reflexão e diálogo acerca de temas importantes ligados aos estudos sobre os saberes populares.

Conhecimento indígena

Germano Afonso apresentará uma parte do conhecimento tradicional indígena sobre astronomia, que pode interagir com o conhecimento científico ocidental, principalmente relacionada com o observatório solar indígena, suas constelações e a influência da Lua sobre os seres vivos.

“Os indígenas do Brasil conectam o céu com a Terra, tal como as posições do sol e de suas constelações, com períodos de chuva, seca, calor e frio. Eles associam as fases da Lua, principalmente com a agricultura, para o controle natural de pragas. A astronomia auxilia na sobrevivência da sociedade e é muito importante na construção do conhecimento indígena, que é fundamentado na observação da natureza”, afirma Germano.

Deste modo, os índios constroem seus calendários locais, que marcam as épocas de trabalho agrícola, marés, floração, frutificação, reproduções de peixes e animais, festivais, aparições de doenças e procedimentos de proteção realizados pelos xamãs. “Para eles, a Terra nada mais é que um reflexo do céu, porque tudo o que acontece no céu também acontece na Terra”, conclui.

Perfil do palestrante

Germano Afonso é físico, graduado pela Universidade Federal do Paraná. Pela mesma instituição, concluiu o mestrado em Ciências Geodésicas. Na França, concluiu o doutorado em Astronomia de Posição e Mecânica Celeste pela Université Pierre et Marie Curie e o pós-doutorado no Observatoire de la Cote d'Azur.

Tem experiência na área de Astronomia, com ênfase em Astronomia de Posição e Mecânica Celeste, atuando principalmente em temas como Astronomia Indígena Brasileira, Popularização da Astronomia, Efeitos das Marés no Sistema Terra-Lua e Modelagem de Forças Não-Gravitacionais em Órbitas de Satélites Artificiais e de Fragmentos de Asteroides Rasantes à Terra.

Em Ponta Porã (PR), Germano aprendeu com os pais a observar as estrelas como os índios. Das constelações indígenas e seus mitos, nasceu o interesse pela astronomia. Passados alguns anos, sob o céu francês, conquistou o doutorado em Astronomia de Posição e Mecânica Celeste. De volta para a sua terra, em Mato Grosso do Sul, Germano lembra da experiência de levar um Observatório Solar Indígena para uma aldeia.

Gestão

O Museu do Folclore foi criado em 1987 pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo e, atualmente, é gerido pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), organização da sociedade civil sem fins lucrativos, com sede em São José dos Campos.

Museu Municipal de SJC (local das palestras)
Praça Afonso Pena, 29 – Centro
(12) 3921-7587

Museu do Folclore de SJC
Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana
(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Professor John Kleba, do ITA, ministra palestra nesta quarta-feira (12), no Museu Municipal

John Kleba, professor do ITA, ministra palestra na quarta
‘Conhecimentos tradicionais e ciência: o caso da medicina tradicional e outros casos. Este é o tema da palestra que o professor de Sociologia e Ciência Política do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), John Bernhard Kleba, ministrará nesta quarta-feira (12), a partir das 19h30, no auditório do Museu Municipal de São José dos Campos (região central).

A palestra é gratuita e os interessados em participar devem se inscrever pelo site do Museu do Folclore de São José dos Campos, responsável pela sua realização. As vagas são limitadas e os participantes receberão certificado digital. Inscreva-se aqui.

Este é o terceiro encontro que acontece neste ano, como parte do projeto Dialogando com o Folclore. Confira aqui a programação completa, que vai até julho.

Vários assuntos

John Kleba abordará em sua palestra a relação entre conhecimentos tradicionais e conhecimentos científicos; e como eles são colocados num contexto de diferenças e de falta do devido reconhecimento por parte das políticas públicas. “Essa relação fica clara na proteção intelectual envolvendo patentes”, afirma John Kleba.

O palestrante também apresentará o caso da Pacari, uma rede de 80 iniciativas locais do Cerrado, que compartilha seus conhecimentos tradicionais medicinais; e de como tem sido a luta para se reinventarem diante dos desafios contemporâneos. A Pacari conecta questões de preservação ambiental, saúde popular e acesso e repartição de benefícios.

John Kleba falará, ainda, sobre a biopirataria no marco regulatório da Convenção da Biodiversidade, e mais amplamente, as diferentes formas de apropriação de saberes.

Perfil

John Bernhard Kleba é professor associado II do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP), onde leciona nas áreas de Sociologia e Ciência Política. Suas linhas de pesquisa incluem: Engenharia e Projetos de Impacto Social; Estudos Sócio Legais; Estudos da Ciência, Tecnologia e Sociedade; Filosofia Política; e Propriedade Intelectual.

Possui mestrado em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina (1992), doutorado em Ciências Sociais pela Universidade de Bielefeld, Alemanha – CAPES (2000), pós-doutorado em Estudos Sócio Legais – CNPq (2011) e em Estudos de Filosofia Moral e Ciência Política – FAPESP (2014), ambos na Universidade de Warwick, Inglaterra.

Trabalhou como pesquisador colaborador junto ao Centro de Pesquisas em Direito Ambiental Europeu, FEU, e também no Centro de Informações sobre Direitos Humanos e Desenvolvimento, ambos em Bremen, Alemanha (2000-2004). Organizou dois congressos internacionais (São Paulo e Coventry, Inglaterra) e realizou diversas pesquisas financiadas por agências de fomento brasileiras e alemãs.

Projeto e gestão

O Dialogando com o Folclore é um projeto desenvolvido anualmente pelo Museu do Folclore de São José dos Campos, por meio de cursos e palestras, destinado a um público diverso como estudantes universitários, educadores e interessados.

O Museu do Folclore foi criado em 1987 pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo e, atualmente, é gerido pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), organização da sociedade civil sem fins lucrativos, com sede em São José dos Campos.

Museu Municipal de SJC (local das palestras)
Praça Afonso Pena, 29 – Centro
(12) 3921-7587

Museu do Folclore de SJC
Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana
(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org

domingo, 9 de junho de 2019

Museu do Folclore realiza no próximo dia 12 palestra com o professor John Kleba, do ITA


Já estão abertas as inscrições para a palestra que o professor John B. Kleba, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), ministrará no dia 12 de junho, sobre ‘Conhecimentos tradicionais e ciência: o caso da medicina tradicional e outros casos. O encontro será realizado pelo Museu do Folclore de São José dos Campos (região norte), às 19h30, no auditório do Museu Municipal (região central), pelo projeto Dialogando com o Folclore.

Os interessados podem se inscrever gratuitamente pelo site do Museu do Folclore até o dia 11 de junho. As vagas são limitadas e os participantes receberão certificado digital. Inscreva-se aqui.

Este é o terceiro encontro do projeto Dialogando com o Folclore, que neste ano tem como tema os ‘Saberes tradicionais e saberes científicos: pontos de aproximação e conflito’. A intenção é mostrar a relação entre a cultura popular, a ciência e a tecnologia, por meio de várias narrativas, envolvendo experiências de trabalho com saberes tradicionais. Confira aqui a programação completa, que vai até julho.

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“A relação entre conhecimentos tradicionais e conhecimentos científicos se coloca, atualmente, num contexto de assimetrias e de falta do devido reconhecimento por parte das políticas públicas. Essa relação fica clara na proteção intelectual envolvendo patentes”, afirma John Kleba.

Em sua palestra, Kleba abordará a questão da biopirataria, no marco regulatório da Convenção da Biodiversidade, e mais amplamente, as diferentes formas de apropriação de saberes.

Também será apresentado o caso da Pacari, uma rede de 80 iniciativas locais do Cerrado, que compartilha seus conhecimentos tradicionais medicinais (CTM) e de como tem sido a luta para se reinventarem diante dos desafios contemporâneos. A Pacari conecta questões de preservação ambiental, saúde popular e acesso e repartição de benefícios.

Perfil

John Bernhard Kleba é professor associado II do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP), onde leciona nas áreas de Sociologia e Ciência Política. Suas linhas de pesquisa incluem: Engenharia e Projetos de Impacto Social; Estudos Sócio Legais; Estudos da Ciência, Tecnologia e Sociedade; Filosofia Política; e Propriedade Intelectual.

Possui mestrado em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina (1992), doutorado em Ciências Sociais pela Universidade de Bielefeld, Alemanha – CAPES (2000), pós-doutorado em Estudos Sócio Legais – CNPq (2011) e em Estudos de Filosofia Moral e Ciência Política – FAPESP (2014), ambos na Universidade de Warwick, Inglaterra.

Trabalhou como pesquisador colaborador junto ao Centro de Pesquisas em Direito Ambiental Europeu, FEU, e também no Centro de Informações sobre Direitos Humanos e Desenvolvimento, ambos em Bremen, Alemanha (2000-2004). Organizou dois congressos internacionais (São Paulo e Coventry, Inglaterra) e realizou diversas pesquisas financiadas por agências de fomento brasileiras e alemãs.

Projeto e gestão

O Dialogando com o Folclore é um projeto desenvolvido anualmente pelo Museu do Folclore de São José dos Campos, por meio de cursos e palestras, destinado a um público diverso como estudantes universitários, educadores e interessados.

O Museu do Folclore foi criado em 1987 pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo e, atualmente, é gerido pelo Centro de Estudos da Cultura Popular (CECP), organização da sociedade civil sem fins lucrativos, com sede em São José dos Campos.

Museu Municipal de SJC (local das palestras)
Praça Afonso Pena, 29 – Centro
(12) 3921-7587

Museu do Folclore de SJC
Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana
(12) 3924-7318 – www.museudofolclore.org