Para essa última roda de conversa, as convidadas são duas jovens mulheres negras que atuam para a continuidade das manifestações culturais das quais fazem parte – o Jongo e o Samba de Bumbo – e a resistência da cultura negra como um todo: Camila Novaes, do Movimento Cultural Nhô Arruda, de Campinas, e Luciana Carvalho do Grupo de Jongo Mistura da Raça, de São José dos Campos.
Como os demais encontros, este também será realizado pelo Google Meet e começará às 19h30. Os interessados ainda podem se inscrever no link bit.ly/DialogandocomFolclore-2021. O tema abordado pelo projeto, este ano, é a ‘Transmissão de Saberes – Pontes entre tradição e atualidade’. No canal do museu no YouTube é possível rever os bate-papos.
Engajamento
Camila Novaes é artista visual, gestora, sambadeira e aprendiz Griô no Movimento Cultural Nhô Arruda. Em sua trajetória atuou na rede de pontes de cultura, projetos, formação de redes e coletivos. Luciana Carvalho é jongueira desde criança, atua como liderança do grupo juntamente com seus pais, mestre Laudení de Souza e Márcia Cunha. É agente cultural do Ponto de Cultura Jongo Mistura da Raça.
Segundo a pesquisadora Tiane Tessaroto, mediadora do encontro desta quarta, “o engajamento de jovens dentro de suas comunidades é crescente e se mostra como uma importante ferramenta para a busca de soluções de problemas sociais, além de demonstrar dinâmicas e comportamentos culturais importantes”.
Gestão
O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado, desde 1997, no Parque da Cidade, em Santana, região norte. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.
Museu do Folclore de
SJC
Av.
Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
