As inscrições já estão abertas e devem ser feitas por meio da plataforma Sympla.
Os encontros do Terças com Museologia são gratuitos e acontecem de forma virtual pelo Google Meet, das 9h30 às 11h, sempre na última terça-feira do mês. A mediação é da museóloga do Museu do Folclore, Mariana Boujadi.
Várias formas
Ao longo da história, obras e objetos foram roubados, extraviados, destruídos por incêndios ou conflitos e até mesmo esquecidos nas reservas técnicas dos museus. Em outros casos, o desaparecimento não é físico, mas simbólico, relacionado a apagamentos, silenciamentos e escolhas institucionais sobre o que preservar e o que deixar de fora.
A intenção é discutir o que significa perder um bem musealizado e quais são as implicações desta ausência. O que permanece quando um objeto desaparece? A documentação, as fotografias, os registros, a memória coletiva? E como essas perdas nos fazem repensar o papel do museu como guardião da memória?
“Quando um objeto entra para o acervo de um museu, imaginamos que ele está protegido e garantido para o futuro. Mas nem sempre é assim. Queremos abrir espaço para reflexão sobre as ausências no acervo e sobre a responsabilidade ética envolvida na preservação cultural”, destaca Mariana Boujadi.
Gestão
O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.
- Museu do Folclore Angela Savastano
- Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
- (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354
- www.museudofolclore.org
